Big Brother: Inês Simões afirma “se calhar em vez de estourar o concorrente tenho a perfeita noção que eles têm família cá fora”, disse.
Inês Simões esteve no programa ‘Goucha’ desta sexta-feira e conversou com Maria Botelho Moniz sobre a sua vida pessoal.
Abordou ainda as várias facetas em que se desdobra na sua vida profissional, dado que tem formação em Psicologia, é atriz, CEO e fundadora da agência Latitude Portátil e comentadora na TVI, em formatos como o Big Brother e TVI Extra.
“É difícil, às vezes há alturas em que não há tempo para nada e penso: como é que eu vou conseguir fazer face a tudo? Sou muito solicitada, o que é normal, sendo que eu ponho sempre a minha família em primeiro lugar e depois vem o resto. Tenho a Latitude Portátil, fazemos também assessoria, e acaba por ser a minha base. Tudo o resto que vem é extra, mas acaba por ser a base que eu tenho a nível de trabalho já há muito tempo“, referiu.
“A televisão é muito efémera, quando menos pensamos há outra coisa e querem outro tipo de programas e pessoas. E está tudo certo. Nós é que temos que nos preparar para não estar dependentes só de uma coisa. Eu costumo dizer que é importante ter uma liberdade financeira nesse sentido: conseguires escolher os projetos em que estás, aceitar de forma livre e dares o teu melhor. E eu dou sempre o meu melhor em todos os meus projetos“, assinalou.
Sobre a função como comentadora do Big Brother, Inês Simões considerou: “É muito complicado fazer o Big Brother, porque tu tens que ver o programa, recebes muitos comentários de tudo e mais alguma coisa. Eu sou eu, eu não penso na parte da polémica. O que eu tenho alguma atenção é: não é as coisas que eu digo, é como eu digo, para mim é o que faz a diferença“.
“Se eu não gostar de uma atitude de um concorrente, eu não deixo de dizer, mas se calhar em vez de estourar o concorrente tenho a perfeita noção que eles têm família cá fora e é por eles que nós estamos ali a comentar, caso contrário íamos comentar o tempo. Agora, não vou deixar nunca de dar a minha opinião porque estou à espera de ser mais ou menos polémica, de todo“, destacou.
“O primeiro programa, para mim, foi de bradar aos céus. Quando entrou o Bruno de Carvalho foi muito difícil, sou amiga do Bruno, trabalhei com o Bruno no Sporting e foi muito complicado fazer os ‘Famosos’. Pensei: se eu sobrevivo a este BB, sobrevivo a todos. Portanto, agora já relevo muito mais as mensagens, só que o problema é que se apoias um concorrente que as pessoas gostam muito, tu és ótima, és a melhor comentadora. Se por acaso aquele concorrente escorrega e tu dizes uma coisa menos positiva porque realmente o concorrente escorregou, já não és assim tão bom. Portanto, é muito volátil isto“, rematou.
Assim, sobre o Big Brother: Inês Simões afirma “se calhar em vez de estourar o concorrente tenho a perfeita noção que eles têm família cá fora”.
