Cláudio Ramos fala da liberdade de “Amar um homem, uma mulher ou não amar ninguém”, pelo 25 de Abril.
Cláudio Ramos partilhou uma reflexão na manhã desta sexta-feira, 25 de abril, Dia da Liberdade.
“A liberdade de ir e vir. A de ficar. A de amar. Amar um homem, uma mulher ou não amar ninguém. A de deixar de amar. A de tentar amar outra vez. A de abraçar, de beijar e de não o fazer também. A de ter prazer só porque sim. A de escolher. A de andar por andar. A de sentir o sol no corpo. A de andar à chuva. A de estar à sombra. A de gostar de açúcar e de sal e dos dois ao mesmo tempo ou não gostar de nenhum. A de dizer e de escutar. A do barulho. A do sossego. A da confusão. A de ser diferente. A de querer ser igual. A de seguir em frente. A de desistir. A de se deixar ir. A de perder e a de ganhar. A de gritar. A de falar baixinho. A de ficar calado. A do silêncio. A de acertar. A de errar. A de voar. A de ficar pousado. A de acreditar. A de ter fé. A de ter esperança. A de não ter coisa nenhuma. A de ser forte e o contrário também. Até a de odiar pipocas no cinema”, começou por escrever.
“Seja o que for, que tenhamos a liberdade de o ser com a responsabilidade que a palavra tem“, prosseguiu.
“Liberdade Sempre! Gritar por ela hoje mais que nunca porque basta olhar para o lado e perceber que não nos está garantida. Liberdade, acima de tudo a de pensamento, que é aí que tudo começa. E não me venham com histórias, liberdade não é libertinagem. Há uma gigante diferença entre elas!“, acrescentou.
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