Terça-feira, Junho 22, 2021

Entrevista. Helder Barradas e o objectivo de fazer o público “rever-se nas letras das minhas canções”

Helder Barradas é cantor e compositor, com ainda curta carreira e que em entrevista ao Infocul dá a conhecer o seu percurso.

Em 2013, gravou o seu primeiro tema “Bombeiros de Portugal”, tema que dedicou a todas corporações de Bombeiros do nosso país e que teve mais de um milhão de visualizações nas redes sociais, dando assim início ao seu percurso.

Conta com dois discos editados: “Apenas eu” em 2019 e “Intuição” em 2020.

Quem é Helder Barradas e como surgiu a paixão pela música?

O Helder Barradas é alguém que sempre teve o sonho de um dia poder editar um álbum de originais, de um dia poder pisar um palco e de cantar para o Mundo. Este sonho já foi concretizado. Neste momento sonha progredir ainda mais na carreira e dar ao Mundo tudo o que de melhor tem para dar a nível musical. Principal ambição: Não ser conhecido, mas sim reconhecido. Um apaixonado pela vida, um apaixonado pela escrita, um apaixonado pela música. A paixão pela música nasce ainda em criança quando começo por aprender a tocar piano e decido formar uma banda de garagem. Começo por compor alguns temas os quais nunca divulguei e que só cantava em casa para a família. Em 2013 decido gravar em casa um tema para os Bombeiros de Portugal, tema esse que acabo por partilhar nas redes sociais e que em pouco tempo teve um milhão de visualizações. Este foi o momento-chave e o ponto de partida para pensar numa carreira.

Quando era criança já queria ser músico ou ao longo do crescimento quis ser outras coisas?

Quando era criança já tinha o desejo de um dia poder ser cantor. Cheguei também a ter o sonho de ser jogador de Futebol, sonho que acabei por não realizar devido a uma lesão da qual me impossibilitou de um dia vir a ser profissional.

Além da música, tem mais alguma área profissional?

Para além da música, tenho uma atividade. Tenho uma oficina de automóveis há mais de 20 anos onde emprego neste momento 12 pessoas.

Como define a sua música?

Eu defino a minha música por música romântica, músicas que acabam sempre por transmitir uma mensagem, pois sempre foi e sempre será o meu objetivo, fazer o público rever-se nas letras das minhas canções.

O que mais o inspira a escrever e compor canções?

O que mais me inspira é a noite e o mar. Em relação ao conteúdo das letras, grande parte delas são baseadas em histórias reais. “Da minha vida, da vida de amigos, da vida da sociedade em geral”, basta estarmos atentos e teremos sempre Histórias de vida para contar em forma de música.

Em termos de novidades, há algo a ser preparado?

Neste momento encontro-me a preparar o videoclip do meu tema “Almas Puras”, tema que faz parte do meu último álbum “Intuição”, o qual espero em breve publicar em todas as redes sociais e plataformas digitais. Encontro-me também a preparar um novo tema com o meu produtor Luís Mourinho que também divulgarei brevemente.

Como analisa o seu percurso?

Penso que o meu percurso está a ser satisfatório numa vez que em tão curto espaço de tempo conquistei tanta gente que me segue e que acompanha a minha carreira, o que não deixa de ser prestigiante.

Quais as suas raízes geográficas e de que forma isso influencia a sua música?

Nasci em Lisboa, fui criado em Odivelas, e também tenho raízes numa aldeia no Norte do País “Beira Valente”, concelho de Moimenta da Beira, distrito de Viseu, aldeia que recordo com muita saudade e que ainda hoje visito sempre que me é possível.

Como é vivida esta quadra natalícia?

Esta quadra natalícia, embora um pouco limitada, irá ser passada em casa junto à lareira com a família e mantendo a tradição desse prato que tanto gosto que é o bacalhau.

Como foi viver este ano de pandemia em que os espectáculos foram quase todos cancelados ou adiados?

Viver esta pandemia não foi nem está a ser fácil, tanto a nível profissional como a nível emocional. É uma situação para a qual ninguém estava preparado. A vida mudou radicalmente e ficámos privados de viver a vida de uma forma normal. Espero que muito em breve tudo possa voltar à normalidade.

Há perspectivas animadoras para 2021?

As minhas perspetivas são muito indefinidas. Neste momento tenho noção que nem tudo depende de nós, mas como sou uma pessoa de pensamentos positivos, resta-me acreditar que irá ser bem melhor do que o 2020, porque esse sim foi péssimo não só para mim, mas para toda a sociedade a nível Mundial. Acreditar, não perder a esperança e sorrir para a vida. Hoje, amanhã e sempre.

Rui Lavradorhttp://www.infocul.pt
Jornalista e Director Infocul.pt

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