Filipa Pinto emociona no ‘Alta Definição’ e revela luta com perturbação obsessivo-compulsiva, esta tarde.
Atriz abre o coração em entrevista intimista
A participação de Filipa Pinto no programa Alta Definição ficou marcada por um testemunho pessoal e profundo. Em conversa com Daniel Oliveira, a atriz revisitou momentos decisivos da sua vida.
Ao longo da entrevista, falou sobre desafios emocionais e experiências que moldaram o seu percurso.
Diagnóstico trouxe alívio inesperado
Mais tarde, já na vida adulta, Filipa Pinto recebeu o diagnóstico de perturbação obsessivo-compulsiva. Longe de ser um choque negativo, o momento representou uma viragem importante.
“Ter o diagnóstico final, para mim, foi um grande alívio, porque foi um ‘ok, isto acontece, isto existe, aquilo que eu sinto tem uma associação, tem uma justificação, há sintomas, não sou única, não estou sozinha, há um tratamento, portanto há solução’”, explicou.
Assim, compreender a origem dos sintomas permitiu-lhe encarar a situação com maior clareza.
Procura de ajuda sempre fez parte do caminho
Além disso, a atriz destacou a importância de procurar apoio ao longo do processo. Desde cedo, revelou ter recorrido a diferentes formas de suporte emocional.
“Eu nunca recusei ajuda; pelo contrário, sempre procurei. Primeiro aos meus amigos, depois à família, depois, se eu precisasse de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica, eu avançava. Eu só não queria estar sozinha”, afirmou.
Desta forma, reforçou a necessidade de combater o estigma associado à saúde mental.
Memórias pessoais marcam testemunho
Por outro lado, a conversa incluiu também recordações da infância e da vida familiar. A ligação à irmã e à avó foi um dos pontos mais emotivos do relato.
Ao recordar a avó, deixou uma frase que resume o carinho sentido: “Não havia uma pessoa que não gostasse dela“.
Assim, entre revelações e memórias, Filipa Pinto deixou um testemunho marcado pela autenticidade e pela valorização da saúde emocional.

