Inês Castel-Branco rendida a A Madrasta: “Este projeto encantou-me do início ao fim”

Inês Castel-Branco rendida a A Madrasta: “Este projeto encantou-me do início ao fim”, afirmou a atriz.

Inês Castel-Branco leu os primeiros episódios de “A Madrasta” e percebeu logo ao que ia.

A nova novela da TVI ainda não chegou ao ecrã, mas já deixou a protagonista com a sensação de ter atravessado uma maratona. Daquelas que cansam, sim, mas também confirmam o peso de uma personagem.

Durante a apresentação da trama, na passada terça-feira, 2 de junho, a atriz falou com a imprensa sobre as gravações, a exigência diária e o orgulho no resultado final.

“Sinto-me um bocadinho supermulher”

Há papéis que não dão grande margem para respirar. Diana, a personagem de Inês Castel-Branco, parece ser um deles.

Ainda assim, a atriz não entrou no projeto de olhos fechados. Pelo contrário, percebeu cedo a dimensão da responsabilidade.

“O balanço é positivo! Foi frenético, mas estava à espera, exatamente, deste nível de trabalho. Aliás, comecei a ler os episódios e percebi desde logo a minha incidência, por isso já estava preparada”, começou por referir à SELFIE.

Depois, Inês Castel-Branco explicou que aceitar uma protagonista implica aceitar também uma carga intensa de gravações, texto e disponibilidade.

“Quando uma pessoa toma a decisão de dizer que sim a um papel de protagonista tem de estar preparada para esta carga horária, para esta quantidade de texto. Quando digo que estou cansada, não é em jeito de queixa, é um cansaço bom, é uma coisa que eu sabia que iria acontecer e que me faz sentir, até, um bocadinho supermulher, porque não é para qualquer um decorar 30 páginas de texto todos os dias”, afirmou.

A atriz não romantizou o desgaste. Porém, deixou claro que o cansaço veio acompanhado de entusiasmo e sentido de missão.

Uma novela mais curta, mas longe de ser leve

“A Madrasta” integra a nova aposta da TVI em histórias de menor duração. Para Inês Castel-Branco, essa escolha faz diferença.

A atriz considera que uma novela prolongada no tempo pode ser bastante mais dura para quem está envolvido no processo.

“Acho que uma novela mais longa é mais violenta, precisamente por serem mais meses. Lembro-me de pensar quando estava agora a chegar ao final das gravações: ‘Mais quatro meses, meu Deus. Ainda bem que está a acabar’”, contou.

Ainda assim, menos episódios não significa menos intensidade. No caso desta trama, a protagonista carrega grande parte do conflito central da história.

Diana quer provar a inocência e recuperar os filhos

No centro de “A Madrasta” está Diana, uma mulher marcada por uma injustiça que lhe muda a vida.

Inês Castel-Branco resumiu o ponto de partida da personagem, antes da grande viragem dramática.

“A Diana é uma rapariga órfã, educada por um padre. Ingénua, mas muito querida. Apaixona-se por aquele que acha ser o homem certo. Ele também gosta dela, mas a família dele nunca a aceita muito bem porque ela vem de uma zona mais humilde”, revelou.

Contudo, a história muda quando Diana é envolvida num crime durante umas férias. A partir daí, o enredo ganha contornos de perda, prisão e regresso.

“Eles vão de férias e durante esse período acontece um crime. Ela é acusada injustamente desse crime e é presa em Marrocos, supostamente para toda a vida. Quando já desistiu um bocado da vida, é solta ao fim de 20 anos. O objetivo dela é voltar a Portugal, reconquistar os filhos e provar a sua inocência descobrindo quem é o verdadeiro assassino. Parece muito simples dito, mas não é. São 100 episódios nisto”, concluiu.

Estreia vai ser vista em casa, com amigos e família

O orgulho de Inês Castel-Branco não ficou apenas na personagem. A atriz mostrou-se rendida à imagem, ao cuidado visual e ao trabalho técnico da nova produção.

Ao ver o primeiro episódio, a protagonista sentiu que “A Madrasta” tinha uma dimensão diferente.

“Temos uma fotografia, que para mim, me dá a sensação de estarmos a ver uma série ao estilo da Netflix. Só vi o primeiro episódio, mas o cuidado com a luz, com a arte… Fiquei mesmo orgulhosa”, elogiou.

Esse impacto levou a atriz a preparar algo que já não fazia há vários anos: juntar pessoas em casa para acompanhar a estreia.

“Fiquei mesmo orgulhosa, ao ponto de estar a organizar um grupo para ver a estreia. Há muitos anos que não organizava, que não acontecia”, partilhou.

Além disso, Inês Castel-Branco fez questão de sublinhar que não se trata de desvalorizar trabalhos anteriores. Neste caso, porém, houve uma ligação especial desde cedo.

“Não que não tenha ficado orgulhosa dos outros, mas este projeto tem qualquer coisa que me encantou do início ao fim”, afirmou.

Para a noite da estreia, o plano já está traçado. Será longe dos holofotes, mas perto de quem lhe é mais próximo.

“Vai ser em minha casa com os amigos do costume e o meu filho”, desvendou.

Destaques

Opinião | Catarina Miranda e Afonso Leitão: a separação que a televisão transformou em circo nacional

Opinião | Catarina Miranda e Afonso Leitão: a separação...

Rent no Casino Lisboa

Rent no Casino Lisboa, traz memória e impacto, mas...

Bad Bunny emocionou a Luz com “A Minha Casinha” numa noite em que Lisboa também foi Porto Rico

Bad Bunny emocionou a Luz com “A Minha Casinha”...

João Moura Caetano anuncia encerrona para o final da temporada

João Moura Caetano anuncia encerrona para o final da...

Um enorme Miguel Moura e um bom Moura Caetano marcaram a corrida da Feira de Maio na Moita

Um enorme Miguel Moura e um bom Moura Caetano...
Publicidade
Alojamento Web

Reportagens

Artigos relacionados