A Madrasta: Inês Castel-Branco e Matilde Reymão revelam bastidores emocionais da nova novela da TVI

A Madrasta: Inês Castel-Branco e Matilde Reymão revelam bastidores emocionais da nova novela da TVI, esta manhã na TVI.

A nova novela da TVI, “A Madrasta”, levou Inês Castel-Branco e Matilde Reymão ao Dois às 10. Em conversa com Cristina Ferreira, as atrizes falaram sobre a exigência emocional das gravações e sobre as memórias pessoais ligadas ao tema da história.

O encontro em televisão acabou por ir além da promoção da ficção. Entre cenas de choro, separações familiares e famílias reconstruídas, as duas atrizes partilharam experiências marcantes.

O peso emocional das cenas de maior drama

Cristina Ferreira começou por sublinhar que o público nem sempre percebe o impacto físico e mental da representação.

“𝗔𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗻ã𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗱𝗲𝗺, 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝘃ê 𝘀ó 𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗲𝗹𝗮, 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘃𝗼𝗰ê𝘀 𝘀𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗿𝗲𝗺 𝗻𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝘀ã𝗼, à𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝗱ó𝗶”, observou.

Inês Castel-Branco confirmou a exigência desse processo e assumiu que há dias particularmente duros em gravação.

“𝗦𝗶𝗺, 𝘀𝗶𝗺, 𝘀𝗶𝗺. 𝗠𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗮 𝘁ã𝗼 𝗽𝗿𝗼𝘁𝗮𝗴𝗼𝗻𝗶𝘀𝘁𝗮𝘀, 𝗲𝘂 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗮 𝗰𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿. 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀, 𝘀𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗹á 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗿𝘂í𝗱𝗮”, confessou.

A apresentadora quis então perceber como se chega ao choro em cenas que não pertencem à vida real das atrizes.

“𝗖𝗼𝗺𝗼 é 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰ê𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗴𝘂𝗲𝗺 𝗰𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗶𝘀𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰ê𝘀 𝗻ã𝗼 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿𝗮𝗺, 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗮 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗮𝗹𝗶?”, perguntou.

A experiência muda a forma de representar

Inês Castel-Branco recordou os primeiros anos de carreira. Nessa altura, as cenas de maior carga emocional eram motivo de ansiedade antecipada.

“𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗲𝘂 𝗲𝗿𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮, 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗲𝘂 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗰𝗲𝗶, 𝗲𝘂 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗽â𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗵𝗼𝗿𝗼. 𝗠𝗮𝗹 𝘃𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗮 𝗵𝗮𝘃𝗲𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗲𝗻𝗮 𝗱𝗲 𝗰𝗵𝗼𝗿𝗼, 𝗳𝗶𝗰𝗮𝘃𝗮 𝗮 𝘀𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗮 𝗮 𝗽𝗲𝗻𝘀𝗮𝗿 𝗻𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼”, explicou.

Matilde Reymão completou a ideia com a dúvida que também sentia.

“𝗖𝗼𝗺𝗼 é 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘂 𝗰𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿?”, verbalizou.

Hoje, Inês olha para esse trabalho de outra forma. Para a atriz, a maturidade também ajuda a desbloquear emoções em cena.

“𝗔𝗴𝗼𝗿𝗮 𝗷á é 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺, 𝗷á é 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺. 𝗧𝗶𝗽𝗼, 𝗱𝗲 𝗳𝗮𝗰𝘁𝗼, 𝗮 𝗯𝗮𝗴𝗮𝗴𝗲𝗺 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝘁𝗿𝗮𝘇-𝘁𝗲 𝘁𝘂𝗱𝗼”, concluiu.

A palavra “madrasta” e a memória da infância

O título da novela abriu também uma conversa sobre o peso simbólico da palavra “madrasta”. Cristina Ferreira lembrou a forma como essa figura foi muitas vezes representada nas histórias infantis.

“𝗧𝗿𝗮𝘇 𝘂𝗺𝗮… 𝗘𝘀𝘁á𝘃𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗾𝘂𝗶 𝗮 𝗳𝗮𝗹𝗮𝗿 𝗱𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗲ç𝗮𝗿, 𝗼 𝗽𝗲𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗲𝗺, 𝘂𝗺 𝗽𝗲𝘀𝗼 𝗮𝘁é 𝗻𝗮𝘀 𝗵𝗶𝘀𝘁ó𝗿𝗶𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗻𝗵𝗼𝘀 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗱𝗼𝘀, 𝗳𝗼𝗶 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗱𝗮𝗱𝗮 à 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮 𝗼 𝗹𝘂𝗴𝗮𝗿 𝗱𝗮 𝘃𝗶𝗹ã, 𝗹á 𝗲𝘀𝘁á, 𝗱𝗮 𝗺á”, contextualizou.

Inês Castel-Branco trouxe então a conversa para a sua história familiar. A atriz tinha oito anos quando os pais se separaram.

“𝗔 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮, 𝗲𝘂 𝗻ã𝗼 𝗹𝗵𝗲 𝗳𝗶𝘇 𝗻𝗮𝗱𝗮. 𝗔 𝘀𝗲𝗻𝘀𝗮çã𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘂 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 é 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗹𝗵𝗲 𝗳𝗶𝘇 𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗳á𝗰𝗶𝗹. 𝗘 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘂 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮, 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗼 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗱𝗲𝗹𝗮, 𝗻ã𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗶𝗮 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝗿”, admitiu.

A atriz explicou que, em criança, sentia que gostar da companheira do pai poderia magoar a mãe.

“𝗖𝗵𝗲𝗴𝗮𝘃𝗮 𝗮 𝗰𝗮𝘀𝗮 𝗲 𝗱𝗶𝘇𝗶𝗮 à 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗺ã𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗮 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗻𝗮𝗱𝗮, 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗶𝗮 𝗺𝗮𝗴𝗼𝗮𝗿 𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗺ã𝗲. É 𝘂𝗺𝗮 𝗴𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀”, confessou.

Depois, resumiu essa divisão emocional numa frase forte.

“É 𝘂𝗺𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗶çã𝗼. 𝗘𝘀𝘁á𝘀 𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗶𝗿 𝗮 𝘁𝘂𝗮 𝗺ã𝗲 𝘀𝗲 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝘁𝘂𝗮 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮. É 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝗻𝗵𝗼, 𝗺𝗮𝘀 𝗲𝘂 𝗹𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼-𝗺𝗲 𝗱𝗲 𝘁𝗲𝗿 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝘀𝗲𝗻𝘀𝗮çã𝗼”, acrescentou.

O divórcio vivido de outra forma

Inês Castel-Branco também refletiu sobre a relação entre pais separados. Para a atriz, quando existe amizade entre os adultos, o processo pode tornar-se menos difícil para os filhos.

“𝗘 𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗶𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝗻ã𝗼 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗺 𝗮𝗺𝗶𝗴𝗼𝘀 𝗻ã𝗼 𝗮𝗷𝘂𝗱𝗮, 𝗻ã𝗼 é? 𝗘𝘂 𝗮𝗰𝗵𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗶𝘀 𝗮𝗰𝗮𝗯𝗮𝗺 𝗯𝗲𝗺 𝗲 𝘀ã𝗼 𝗮𝗺𝗶𝗴𝗼𝘀, 𝘁𝘂𝗱𝗼 é 𝗳á𝗰𝗶𝗹”, defendeu.

Essa memória influenciou a forma como a própria decidiu gerir o seu divórcio. A atriz assumiu que quis evitar sofrimento semelhante ao filho.

“𝗘𝘂 𝘀𝗼𝘂 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗮𝗺𝗶𝗴𝗮 𝗱𝗼 𝗺𝗲𝘂 𝗲𝘅-𝗺𝗮𝗿𝗶𝗱𝗼 𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗶𝗴𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗮 𝗱𝗲𝗹𝗲, 𝗲𝗹𝗲 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗮, 𝘁𝗶𝗽𝗼, 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝗲𝗺… […] 𝗡ã𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗺𝗲𝘂 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝘀𝗼𝗳𝗿𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻ó𝘀 𝘀𝗼𝗳𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀”, contou.

Matilde Reymão recorda “tia Vera”

Matilde Reymão também partilhou a sua experiência com famílias reconstruídas. A atriz recordou a separação dos pais na pré-adolescência e falou das madrastas que conheceu.

Questionada sobre a infância, começou por afastar uma ideia negativa do passado.

“𝗙𝗼𝗶 𝘂𝗺𝗮 𝗶𝗻𝗳â𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗳𝗲𝗹𝗶𝘇. 𝗔𝗰𝗵𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝘂𝗶 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗻ç𝗮 𝗳𝗲𝗹𝗶𝘇. 𝗧𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝘁𝗶𝘃𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮. 𝗧𝗶𝘃𝗲 𝗱𝘂𝗮𝘀, 𝘁𝗿ê𝘀”, afirmou.

Quando Cristina Ferreira quis saber se tinha sido rebelde com as companheiras do pai, Matilde respondeu com humor.

“𝗖𝗼𝗶𝘁𝗮𝗱𝗮𝘀, 𝗲𝗹𝗮𝘀 𝗳𝗮𝘇𝗶𝗮𝗺-𝗺𝗲 𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗶𝗳í𝗰𝗶𝗹 𝗲 𝗲𝘂 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗶𝗿”, brincou.

Ainda assim, houve uma figura que guardou com especial carinho. A atriz recordou a primeira madrasta, a quem chamou “tia Vera”.

“𝗔 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗲𝗿𝗮 𝗶𝗻𝗰𝗿í𝘃𝗲𝗹. 𝗔 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺, 𝘁𝗶𝗮 𝗩𝗲𝗿𝗮, 𝗲𝘂 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 𝘂𝗺 𝗯𝗲𝗶𝗷𝗶𝗻𝗵𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝘁𝗶𝗮 𝗩𝗲𝗿𝗮 𝘀𝗲 𝗲𝗹𝗮 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺 𝗱𝗶𝗮 𝗼𝘂𝘃𝗶𝗿 𝗶𝘀𝘁𝗼”, disse.

Matilde revelou ainda que retomou contacto com essa figura recentemente.

“𝗙𝗮𝗹𝗲𝗶, 𝗽𝗼𝗿 𝗮𝗰𝗮𝘀𝗼 𝗳𝗮𝗹𝗲𝗶 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗶𝗮, 𝗵á 𝟮 𝘀𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮𝘀. 𝗘𝗹𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗺𝗶𝗺 𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗴𝗶𝗿𝗼 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺 𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮”, contou.

Famílias reconstruídas e a adaptação das crianças

Matilde Reymão explicou que a relação com a “tia Vera” foi marcada por equilíbrio e afeto. Mesmo com receios naturais, a ligação tornou-se importante.

“𝗧𝗿𝗮𝘁𝗮𝘃𝗮-𝗺𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗮. 𝗜𝗴𝘂𝗮𝗹, 𝗶𝗴𝘂𝗮𝗹. 𝗧𝗿𝗮𝘁𝗮𝘃𝗮-𝗺𝗲 𝗶𝗴𝘂𝗮𝗹 à 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗼𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀”, enalteceu.

No final da conversa, Inês Castel-Branco e Matilde Reymão refletiram sobre a diferença entre as antigas e as novas dinâmicas familiares.

“𝗔𝗻𝘁𝗶𝗴𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻ã𝗼. 𝗔𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗷𝘂𝗻𝘁𝗮𝘃𝗮𝗺-𝘀𝗲 𝗹𝗼𝗴𝗼 𝗲 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗽𝗲𝗻𝘁𝗲 𝘃𝗶𝘃𝗶𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝘁ê𝗺 𝗮 𝘁𝘂𝗮 𝗲𝗱𝘂𝗰𝗮çã𝗼 𝗼𝘂 𝗺𝗮𝗱𝗿𝗮𝘀𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿𝗲𝗺 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗻ç𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝘁ê𝗺 𝗮 𝗲𝗱𝘂𝗰𝗮çã𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝗹𝗮 𝗱á 𝗮𝗼𝘀 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼𝘀. É 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝗻𝗵𝗼, é 𝘂𝗺𝗮 𝗴𝗶𝗻á𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮”, concluíram.

Entre bastidores de representação e memórias pessoais, “A Madrasta” começa a ganhar contornos emocionais antes mesmo de chegar ao público. A conversa no Dois às 10 mostrou que a nova novela da TVI tocará em temas familiares com forte carga humana.

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