Instrutores da 1.ª Companhia analisam comportamentos dos recrutas na TVI, esta manhã na TVI.
Rodrigo Joaquim e Paulo Andrade fazem balanço da experiência militar
Rodrigo Joaquim e Paulo Andrade estiveram no programa das manhãs da TVI para fazer um balanço da experiência enquanto instrutores da 1.ª Companhia. A conversa centrou-se nos desafios da formação militar e nos diferentes perfis dos recrutas.
Desde logo, o instrutor-chefe foi confrontado com a questão mais direta: quem deu mais trabalho ao longo do percurso. Ainda assim, optou por relativizar qualquer distinção individual. “Eles dão todos muito trabalho, em todos os aspetos. É um grupo difícil”, afirmou.
Rui Freitas e a postura mais desafiante no início
De seguida, Cláudio Ramos quis aprofundar o tema. O apresentador questionou especificamente a atitude inicial de Rui Freitas, apontando a sua postura mais confrontacional. “O Rui Freitas era aquele mais respondão com vocês no início, é difícil de controlar uma pessoa assim?”, perguntou.
Perante a questão, Rodrigo Joaquim desvalorizou a situação. Segundo o instrutor, este tipo de comportamento surge com frequência em contextos de formação exigente. “Há sempre alguém assim num grupo. Não é difícil”, garantiu.
Evolução reconhecida após chamada de atenção
Ainda assim, o instrutor fez questão de sublinhar a evolução positiva do recruta. Rodrigo Joaquim destacou as capacidades de Rui Freitas e a importância do momento certo para corrigir comportamentos. “É um jovem muito capaz, muito competente e ter uma chamada de atenção na altura certa pode abrir horizontes… acho que ele alterou o comportamento dele”, explicou.
Filipe Delgado gera comentário em estúdio
Mais tarde, Cristina Ferreira interveio na conversa para comentar a personalidade de Filipe Delgado. A apresentadora lançou a ideia de que se trataria de um caso único. “Igual ao Filipe nunca apanharam nenhum”, observou.
No entanto, Rodrigo Joaquim não concordou com essa leitura. O instrutor lembrou que o meio militar está habituado a lidar com perfis muito distintos. “Apanhamos, apanhamos pessoas características e muito próprias… que não têm oportunidade de exposição como eles tiveram”, concluiu.
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