Irmã de Cláudio Ramos regressa a casa após internamento: “Está com a mãe e tudo acabou por ter um final feliz”, foi referido no V+Fama.
Iara Ramos já regressou a casa após dias de preocupação
Depois de dias de angústia e mistério em torno do seu estado de saúde, Iara Ramos, irmã de Cláudio Ramos e Luís Nascimento, já teve alta hospitalar e encontra-se em casa. O tema foi comentado no programa “V+ Fama”, onde as apresentadoras partilharam as suas reações e análises sobre o caso.
“Finalmente está em casa e parece estar bem”
A empresária Cláudia Jacques começou por destacar o alívio sentido com a boa notícia, elogiando a postura discreta da família.
“Verdade, ótimas notícias. Finalmente está em casa e parece estar bem. Segundo o irmão, Luís Nascimento, que prefere não avançar com muitas declarações sobre o assunto, e faz ele bem, porque, como diz, é um assunto da irmã, e será ela a falar quando e se assim o entender.”, afirmou.
A comentadora sublinhou ainda o papel fundamental da mãe de Iara neste processo de recuperação:
“O importante aqui é dizer que ela está bem, está tudo a correr dentro da normalidade. Está com a mãe, que será agora o grande suporte da Iara, e todo este rebuliço acabou por ter um final feliz.”
Isabel Figueira analisa importância da recuperação emocional
Por sua vez, Isabel Figueira fez uma leitura mais técnica da fase que se segue, salientando a importância do apoio médico e psicológico.
“Esta é, sem dúvida, uma fase muito importante na recuperação. Acho que todos apanharam um susto e todos querem o bem da Iara. O melhor, neste momento, é ela estar resguardada, junto da família, na sua tranquilidade, a tentar compreender o que aconteceu, o que tem para resolver.”, referiu.
A apresentadora destacou ainda o papel crucial do acompanhamento terapêutico, explicando a diferença entre as várias especialidades de saúde mental.
“Para além da medicação, haverá certamente acompanhamento psicológico. Muitas pessoas não sabem a diferença entre um psiquiatra, um psicólogo e um psicoterapeuta. O psiquiatra acompanha a parte médica e a medicação. Já o psicoterapeuta será fundamental mais à frente, quando a medicação começar a ser ajustada e ela tiver de lidar de forma mais direta com as emoções e com o regresso ao quotidiano. A medicação, muitas vezes, acaba por suavizar aquilo que sentimos, e é no acompanhamento terapêutico que se faz o verdadeiro trabalho emocional.”, concluiu.
