Irmão de Nininho Vaz Maia detido: caso de alegadas agressões na PSP analisado no V+Fama, esta manhã.
Caso domina debate no programa da TVI
A detenção de Mário Vaz Maia, irmão de Nininho Vaz Maia, esteve em destaque no “V+Fama” desta quinta-feira, 7 de maio.
Em causa estão alegadas agressões e tortura na esquadra da PSP do Rato. O tema foi analisado em estúdio por Marta Aragão Pinto e Adriano Silva Martins.
Entretanto, a comentadora sublinhou o impacto público do caso. Também recordou que o assunto já chegou ao plano político.
Marta Aragão Pinto fala em caso que “choca”
Durante a emissão, Marta Aragão Pinto destacou a gravidade das imagens divulgadas. A comentadora reforçou, contudo, que as acusações devem ser tratadas como alegadas.
Marta afirmou: “Exatamente, isto é um assunto, é um tema que se tem falado muito, não é? O ministro da Administração Interna foi até falar sobre ele no jornal e eu acho que é um tema que nos choca a todos, não é? De sabermos que, é claro que isto é tudo alegadamente, como vocês gostam muito de dizer aqui, que este grupo de agentes da PSP foram divulgados vídeos de agressões e torturas dentro da esquadra do Rato”.
Assim, o painel abordou não só a detenção, mas também o impacto das suspeitas sobre agentes da PSP.
Mário Vaz Maia já tinha surgido na televisão
Além disso, Marta Aragão Pinto recordou que Mário Vaz Maia não é totalmente desconhecido do público.
O irmão de Nininho Vaz Maia participou no programa “Uma Canção Para Ti”, onde parte dos espectadores acompanhou o seu percurso.
A comentadora referiu: “E agora sabemos que o Mário, que as pessoas também puderam ver, puderam acompanhar um bocadinho aqui o percurso do irmão do Nininho”.
Comentadora pede desfecho rápido
Por fim, Marta Aragão Pinto apelou à rapidez da justiça. A comentadora defendeu que é importante perceber o que aconteceu e apurar responsabilidades.
Na sua análise, o caso exige esclarecimento público e uma resposta célere.
Marta concluiu: “E por isso sabe-se que ele foi detido, tal como outros agentes da PSP. Portanto, ele faz parte desse grupo em que alguns já estão efetivamente presos em Évora. E eu acho que é um caso que choca toda a gente. E que todos nós queremos que tenha um desfecho rápido para percebermos exatamente o que é que aconteceu e o que é que podemos entender por este abuso de poder de agentes da PSP”.
