Ivana Rodríguez fala de Georgina, Cristiano Ronaldo e maternidade após vencer “Top Chef”: “A minha irmã é tudo”

Ivana Rodríguez fala de Georgina, Cristiano Ronaldo e maternidade após vencer “Top Chef”: “A minha irmã é tudo”, afirmou.

Ivana Rodríguez conquistou o público espanhol ao vencer “Top Chef: Dulces y Famosos”, da TVE, mas a sua história vai muito além da ligação familiar a Georgina Rodríguez.

Em declarações à Diez Minutos, a irmã mais velha de Georgina falou sobre moda, maternidade, televisão, família, o companheiro Carlos García e a relação próxima com Cristiano Ronaldo.

A participação no concurso de culinária, para a qual foi “animada pela minha irmã”, deu-lhe nova visibilidade. Ainda assim, Ivana não foge às raízes familiares e assume que Georgina “é tudo” na sua vida.

Da moda ao reconhecimento televisivo

Antes de chegar à televisão, Ivana Rodríguez passou pelo universo da moda e das marcas de luxo.

- Publicidade -

Nascida em Palamós, em Girona, em 1992, estudou Tradução e Interpretação na Universidade Autónoma de Madrid. Porém, para suportar os custos da vida académica, precisou de trabalhar.

“Fiz uma entrevista na Inditex, comecei na secção de criança da Massimo Dutti e um dia, sem saber quem era, atendi uma mulher do grupo Prada que me quis para a sua equipa”, recordou.

A entrada no mundo da moda surgiu quase por acaso, mas a paixão já vinha de longe. Desde os 14 anos que colecionava revistas, recortes e desenhos próprios.

“Era o meu sonho”, confessou.

Ivana esteve mesmo perto de entrar no Instituto Mangoni, em Milão. No entanto, a pandemia acabou por travar esses planos.

“Quis ir de ama de casa”

No “Top Chef: Dulces y Famosos”, Ivana Rodríguez escolheu uma imagem muito própria. O objetivo era divertir-se, mas também levar o desafio a sério.

“quis ir de ama de casa, de pasteleira dos anos 50”, explicou.

Para se preparar, formou-se num obrador e conciliou os treinos com a vida familiar. Mesmo durante o processo, manteve a atenção nas filhas e viajou várias vezes para Gijón para estar com elas.

A vitória no programa marcou a sua entrada definitiva no panorama televisivo espanhol. Além disso, reforçou a exposição que já tinha ganho com a presença na docussérie “Soy Georgina”, da Netflix.

Da experiência, Ivana diz ter levado pessoas importantes e uma nova consciência sobre o meio televisivo.

“gente maravilhosa que me soube valorizar”, afirmou, antes de reconhecer que “a televisão é um meio difícil que dá muito trabalho”.

Mãe em “modo sobrevivência”

Apesar da notoriedade, Ivana Rodríguez garante que a prioridade continua a ser a maternidade.

Mãe de Deva, nascida em 2020, e Daphne, nascida em 2022, vive com o companheiro, Carlos García, em Gijón, nas Astúrias.

Sobre o seu estilo pessoal, foi clara.

“Sou uma mulher superprática, pelo menos nesta etapa da vida em que sou mãe de dois bebés, de quatro aninhos e quase dois respetivamente”, explicou.

A própria admite estar em “modo sobrevivência”, uma fase que muitas mães reconhecerão. Nesse caminho, agradece o apoio de Carlos.

Os nomes das filhas também têm significado. Daphne inspira-se na mitologia grega. Já Deva, sugerido pelo companheiro, evoca as montanhas e os rios do norte de Espanha.

Georgina também deu uma ideia para os nomes das meninas começarem pela mesma letra: “como as Kardashian, que têm nomes que começam por ‘K’”.

A origem do nome Ivana

O nome de Ivana Rodríguez nasceu de uma referência inesperada.

A mãe, Ana María Hernández, ficou impressionada com Ivana Trump, precisamente em 1992, ano em que a empresária se separava de Donald Trump.

“A minha mãe achou um facto tão valente vê-la, forte e independente, que não tinha medo de se divorciar naquela época… Via-a elegante, boa, e disse: ‘Vou chamar a minha filha Ivana, que me agrada’”, recordou.

A história ajuda a explicar a carga simbólica que a própria Ivana associa ao nome: força, independência e coragem.

Georgina continua a ser “tudo”

Mesmo vivendo longe da irmã, que reside na Arábia Saudita, Ivana Rodríguez mantém uma ligação profunda a Georgina.

“A minha irmã Georgina é tudo. É que estivemos superunidas, no bom e no mau, como em todas as famílias. Sempre falei dela, por que agora seria diferente? Por que não a mencionaria?”, afirmou.

Ainda assim, admite que a distância pesa.

“Já não nos vemos tanto”, reconheceu.

Ivana explicou que sentiu falta da irmã em momentos marcantes, sobretudo durante as gravidezes e os pós-partos.

“Ninguém te prepara para isto último. Consegues tudo, mas com a maternidade perdes algo de identidade. Nessas situações é importante ter a tua gente por perto.”

Depois de dois partos seguidos e da pandemia, a espanhola sente agora que está a regressar a si própria.

“voltar a sair da casca outra vez, a retomar tudo”, disse.

Sobre a vida de Georgina no Médio Oriente, Ivana admite preocupação, mas garante que a família está bem.

“Obviamente, se disser que não me preocupa, mentiria. Mas estão bem, ali não aconteceu nada.”

A vida em Gijón e o amor por Carlos García

Ivana Rodríguez valoriza a vida no norte de Espanha, sobretudo para criar as filhas.

“No norte vive-se muito bem, para criar as minhas filhas não há lugar melhor”, explicou.

Embora Madrid ofereça mais oportunidades profissionais, a rotina da capital seria “mais complicada” nesta fase familiar.

Carlos García, companheiro de Ivana, é natural de Gijón e artista multidisciplinar. A espanhola chegou a tratá-lo por “marido”, embora os dois não sejam casados.

A história começou de forma curiosa. Ivana encomendou-lhe um quadro para Georgina, no qual surgiam a irmã e Cristiano Ronaldo. Procurava alguém que dominasse o realismo e descobriu Carlos, que já tinha esculpido uma estátua de Cristiano na Madeira.

“A dele é a boa, está no aeroporto”, sublinhou.

A relação foi crescendo aos poucos, enquanto trocavam mensagens por WhatsApp. Na altura, Ivana estava na Argentina a cuidar do pai doente.

“Nesse momento eu estava a perder os dois homens da minha vida: o meu anterior companheiro, que não me soube esperar, e o meu pai”, recordou.

Apesar de não terem um “aniversário como tal”, a relação começou a ganhar forma em dezembro de 2018. Em janeiro de 2019, o pai de Ivana morreu. No verão desse ano, ela e Carlos assumiram o namoro.

O pai, a final e a força descoberta na dor

A figura do pai esteve muito presente na participação de Ivana no “Top Chef”.

A espanhola dedicou-lhe o programa final e a vitória. Jorge Eduardo Rodríguez, de origem argentina, tinha uma relação diferente com cada filha.

Com Ivana, a mais velha, mantinha “conversas longas” e tratava-a como tal.

“Era uma pessoa muito inteligente, gostava de lhe perguntar coisas e falar com ele até de madrugada, vendo futebol ou Fórmula Um”, lembrou.

Já com Georgina, o pai ria-se muito e via-a como a sua “chiquitita”.

A doença do pai marcou Ivana profundamente, mas também a fez reconhecer a própria força.

Cristiano Ronaldo como “quase um irmão”

Cristiano Ronaldo é outra figura central na vida de Ivana Rodríguez. A irmã de Georgina garante que se dá “muito bem” com o internacional português.

“A minha irmã e ele são um referente para mim. Cristiano é um guru, quase um irmão já”, descreveu.

Ivana considera que Georgina é “afortunada” por ter conhecido Cristiano e por ter construído uma família bonita com ele.

“E eu também me sinto superafortunada por eles”, acrescentou.

A espanhola diz ter aprendido muito com o jogador, desde alimentação e desporto até conselhos sobre saúde e recuperação física.

Casamento de Georgina e Cristiano ainda sem detalhes

Questionada sobre o eventual casamento de Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo, Ivana admitiu que já viu “muitos designs”.

A irmã de Georgina preferia que o vestido fosse de um criador espanhol. Ainda assim, garante não ter detalhes concretos.

“muito da boda, nem quando nem como vai ser”, afirmou.

Para Ivana, o mais importante é que o casal escolha “o que se sintam cómodos, o que lhes apeteça”.

Quanto ao seu próprio casamento com Carlos García, a ideia não está nos planos imediatos.

“Não entra dentro dos meus planos agora mesmo. Como te disse, estou em modo maternidade, sobrevivência, a sair da casca e a começar um bocadinho com o tema profissional”, explicou.

Prémio doado e gesto solidário com Georgina

A vitória no “Top Chef: Dulces y Famosos” trouxe a Ivana Rodríguez um prémio de 100 mil euros.

Movida pela sua natureza maternal, decidiu doar o valor a “El Ángel de Javi”, causa ligada a um menino de Oviedo com uma doença rara.

Georgina Rodríguez também se juntou ao gesto solidário e doou os 120 mil euros que faltavam para importar uma terapia experimental dos Estados Unidos.

Entre televisão, maternidade, moda e família, Ivana Rodríguez surge agora com uma voz própria. Continua ligada a Georgina e Cristiano, mas a vitória no “Top Chef” mostrou também uma mulher a reconstruir espaço, identidade e caminho profissional.

- Publicidade -

Destaques

Lon3r Johny levou o Sol da Caparica pela madrugada dentro

Lon3r Johny levou o Sol da Caparica pela madrugada...

Slow J cruzou mundos no Sol da Caparica

Slow J cruzou mundos no Sol da Caparica, na...

MC Paiva levou o funk brasileiro ao Sol da Caparica

MC Paiva levou o funk brasileiro ao Sol da...

ÁTOA levaram 12 anos de canções ao Sol da Caparica

ÁTOA levaram 12 anos de canções ao Sol da...

Quim Barreiros fez da Caparica uma festa popular em tamanho grande

Quim Barreiros fez da Caparica uma festa popular em...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados