Jéssica Vieira admite dificuldade em conciliar tudo: “Não sou uma super mulher”, afirmou nas redes sociais.
Jéssica Vieira abriu o jogo sobre uma fase particularmente exigente da vida profissional. Entre a gestão da clínica de estética e bem-estar Véluris, os atendimentos e a presença regular na televisão como comentadora do Big Brother Verão, a empresária confessou esta sexta-feira, 14 de agosto, que nem sempre é fácil estar presente em todas as frentes.
Nas redes sociais, começou por mostrar uma parte do trabalho que fica longe das câmaras e que se soma aos compromissos mais visíveis.
“Entre atendimentos, ainda tenho que gerir: stock, fichas de clientes e agendas.”
“Quando queremos estar em todo o lado acabamos por não estar em lado nenhum”
Jéssica Vieira explicou depois que a carga de trabalho ajuda também a justificar alguns períodos em que acaba por se afastar das redes sociais.
“Um dia gravo o meu dia todo para perceberem o porquê de muitas vezes me ausentar. Quando queremos estar em todo o lado acabamos por não estar em lado nenhum. O importante é recuar e estabelecer prioridades, que é a minha maior dificuldade.”
A reflexão acabou por ir além da agenda profissional. A empresária reconheceu que esta fase lhe está a ensinar a aceitar os próprios limites e a perceber que tentar responder a tudo ao mesmo tempo nem sempre é sustentável.
“Esta fase da minha vida também me está a moldar e a ensinar muita coisa, principalmente que eu não sou uma super mulher que consegue fazer tudo ao mesmo tempo e a valorizar cada vez mais a organização do meu dia.”
Clínica e televisão ocupam o dia a dia
Além de estar à frente da Véluris, Jéssica Vieira mantém presença frequente na TVI enquanto comentadora do Big Brother Verão, conciliando as intervenções televisivas com a gestão do negócio e o contacto direto com clientes.
É precisamente esse acumular de responsabilidades que a levou agora a reconhecer a necessidade de reorganizar prioridades. Sem dramatizar o momento, Jéssica Vieira admitiu que continua a aprender a gerir melhor o tempo e a aceitar que nem sempre é possível chegar a todo o lado.
