João Ricardo acusa concorrentes da “1.ª Companhia” de preconceito e elitismo moral, através das redes sociais.
A gala da 1.ª Companhia continua a gerar forte controvérsia. Desta vez, João Ricardo recorreu às redes sociais para expressar o seu desagrado.
Desde logo, o finalista do Secret Story criticou atitudes que considera preconceituosas. Em causa está a forma como alguns concorrentes, maioritariamente figuras públicas, se posicionaram face a participantes vindos de outros formatos.
Críticas à superioridade moral dentro do formato
Em primeiro lugar, João Ricardo apontou incoerência a quem aceitou entrar num reality show, mas insiste em colocar-se num patamar moral superior.
No texto partilhado no Instagram, desmontou aquilo que considera uma falsa narrativa de elite.
“Entraram num reality show, com câmaras 24 horas, microfones, edição, narrativa e contrato assinado. E mesmo assim acharam que podiam apontar o dedo a alguém por vir de Secret Story ou Big Brother, como se isso fosse um defeito de caráter”.
Assim, o ex-concorrente deixou claro que a exposição mediática é comum a todos.
Diferenças entre Bucelas e Malveira são rejeitadas
De seguida, João Ricardo reagiu aos comentários feitos durante a gala. Algumas falas tentaram diferenciar o rigor militar de Bucelas das dinâmicas associadas à Venda do Pinheiro.
Para o jovem, essa distinção não faz sentido e serve apenas para alimentar egos.
“Usar frases como ‘aqui não é a Malveira, aqui é Bucelas’ não vos faz [superiores], vocês estão exatamente no mesmo sítio que dizem desprezar. Televisão. Reality show. O cenário muda. O ego é o mesmo. Quem ataca o percurso dos outros não está a afirmar identidade nenhuma”.
Reflexão final sobre hierarquias artificiais
Por fim, João Ricardo deixou uma reflexão mais ampla sobre o universo dos reality shows. Na sua perspetiva, não existem formatos moralmente superiores.
“Não existem realities nobres e realities [menores]. Existem pessoas que aguentam a exposição e pessoas que precisam de criar hierarquias imaginárias para dormir melhor à noite”.
Desta forma, o debate em torno da “1.ª Companhia” ganha novo fôlego, com críticas cada vez mais diretas ao discurso de diferenciação entre formatos televisivos.
