José Eduardo Moniz elogiado pelo trabalho na TVI, por Paulo Abreu.
José Eduardo Moniz demorou dois anos a revolucionar a TVI, entre setembro de 1998 e setembro de 2000, na sua primeira passagem pelo canal.
Agora, deverá voltar a fazê-lo no mesmo espaço de tempo, 24 depois, numa batalha que se iniciou em fevereiro de 2022 e que está a colher frutos em fevereiro de 2024.
“Para quem diz que está velho, cansado e acabado, a resposta veio com a elegância de uma luva branca“, escreveu Paulo Abreu, chefe de redação da revista TV Guia.
“O diretor-geral inventou? Não. Jogou com as armas que tinha à disposição, entre elas a sua paciência de ilhéu. Tal como em 2000, agarrou o Big Brother e todo o seu potencial, apostou numa novela diferente e ambiciosa – Cacau – e reviu o posicionamento de programas de sucesso como Festa é Festa“, acrescentou, lembrando que até o Jornal Nacional “já ganha em alguns dias“.
Por fim, assinalou que José Eduardo Moniz tem sabido tirar o melhor das pessoas com as quais trabalha, entre elas Cristina Ferreira, que “aparentemente acabou por se adaptar, dando-lhe espaço, e os resultados aí estão“.
Em Fevereiro, a TVI tem 6 vitórias em 7 dias e os números parecem dar razão a este artigo de opinião sobre o director-geral da TVI.
