Julgamento de Nuno Homem de Sá arranca à porta fechada e ator reage às acusações, segundo foi noticiado.
Teve início esta terça-feira, 24 de fevereiro, no Tribunal de Torres Vedras, o julgamento por violência doméstica que envolve Nuno Homem de Sá e Frederica Lima.
Apesar de ter sido admitida a possibilidade de audiência pública, a juíza determinou que o processo decorra à porta fechada.
Decisão afasta comunicação social da sala
Inicialmente, existia a expectativa de que o julgamento pudesse decorrer com acesso público. Contudo, a decisão final impediu a presença da comunicação social no interior da sala.
À chegada ao tribunal, Nuno Homem de Sá comentou essa opção. “Só tenho pena que vocês não possam estar presentes, já que isto descambou em tal circo mediático. Então que fossem vocês próprios a fazer o trabalho de repor a verdade“, afirmou.
Expectativa de absolvição
Entretanto, o ator manifestou confiança no desfecho do processo. Segundo declarou, espera que o julgamento permita esclarecer os factos.
Nesse sentido, sublinhou que aguarda “que a verdade seja reposta e que seja absolvido“.
Além disso, confirmou a existência de um pedido apresentado por Frederica Lima relativamente à sua presença durante as declarações da queixosa.
Pedido de afastamento durante declarações
Sobre esse ponto, Nuno Homem de Sá explicou: “Eu não posso estar lá quando a queixosa estiver a fazer declarações, mas não altera absolutamente nada“.
Assim, o ator reconhece a decisão processual, embora minimize o seu impacto no andamento do julgamento.
“Quer acabar comigo”, afirma o ator
Por outro lado, questionado sobre as motivações da ex-companheira, Nuno Homem de Sá apontou suspeitas quanto à intenção do processo.
“Tenho várias teorias, mas tenho uma certeza muito grande: que ela simplesmente quer acabar comigo em termos de manchar o meu nome na praça pública, a minha reputação“, declarou.
Deste modo, o julgamento inicia-se num contexto de forte exposição mediática, mas com audiências reservadas.
O processo seguirá agora os trâmites legais no Tribunal de Torres Vedras, onde serão ouvidas as partes envolvidas e respetivas testemunhas.
