Marina Mota recorda fim da relação com Carlos Cunha: “doía um bocadinho as parvoíces que diziam”, considerou a actriz, em conversa com a filha, Erika Mota, no programa Júlia, na SIC.
Marina Mota foi entrevistada pela filha, Erika Mota, numa conversa transmitida esta segunda-feira no programa de Júlia Pinheiro, na SIC.
Nesta conversa, falou sobre as duas relações mais destacadas na sua vida amorosa: Carlos Cunha e Oceano Cruz.
Nesse sentido, a atriz e o ator Carlos Cunha conheceram-se em 1982 e apaixonaram-se.
Três meses depois, Marina Mota engravidou e, ainda antes de dar à luz a sua única filha biológica, casou-se.
Seguidamente, decidiu não ter mais filhos uma vez que seria “difícil” o casal ter possibilidades financeiras para tal, na altura.
Porém, a atriz chegou a criar vários filhos não biológicos.
O relacionamento com Carlos Cunha durou cerca de 14 anos e as notícias sobre a separação não foram muito bem recebidas por Marina Mota.
“No início, doía um bocadinho as parvoíces que diziam a nosso respeito, mas também se ganha uma carcaça rapidamente e defesas”, assumiu.
“Às vezes, deviam preocupar-se é que isso pode atingir, de facto, famílias e coisas que podem ser muito dolorosas, mas acho que só se deve dar a importância que, de facto, tem. Não teve muita, não pesou em nada na minha vida. Provavelmente, transtornaram alguns momentos, mas não o suficiente para criarem graves problemas, até porque a gente não pode deixar”, acrescentou.
Sobre a relação com Oceano, disse: “Trouxe uma série de coisas boas à nossa vida”.
“Ele era muito tímido e estava sempre com medo do julgamento dos outros”, recordou Marina Mota, referindo que ajudou-o a ultrapassar esse receio.
Assim, de forma clara, Marina Mota recorda fim da relação com Carlos Cunha.
