Miguel Bravo condenado a quatro anos e meio de prisão com pena suspensa

Miguel Bravo condenado a quatro anos e meio de prisão com pena suspensa, segundo foi revelado esta segunda-feira.

Miguel Bravo foi condenado, esta segunda-feira, pelo Tribunal de Évora, a quatro anos e meio de prisão, com pena suspensa. O cantor respondia num processo relacionado com crimes de abuso sexual de menores e pornografia infantil.

Além da pena aplicada, o tribunal determinou ainda o pagamento de uma indemnização de 500 euros à vítima. A leitura do acórdão encerra, em primeira instância, um caso que começou em julho de 2024.

Tribunal de Évora leu acórdão esta segunda-feira

A leitura da decisão estava inicialmente prevista para outra data. No entanto, acabou por sofrer um atraso devido à ausência da juíza responsável pelo processo, por motivos pessoais.

Ultrapassado esse impedimento, o acórdão foi lido esta segunda-feira, no Tribunal de Évora. A decisão confirmou a condenação do artista, que aguardou o julgamento em liberdade.

Durante o processo, Miguel Bravo esteve sujeito a medidas de coação. Entre elas, a obrigação de se apresentar duas vezes por semana às autoridades.

Além disso, ficou proibido de contactar a vítima e impedido de utilizar as redes sociais.

Processo começou após denúncia da mãe da menor

O caso tornou-se público em julho de 2024, altura em que Miguel Bravo foi detido. A detenção aconteceu depois de uma denúncia formal apresentada pela mãe da menor.

Segundo os autos do processo, o cantor terá trocado mensagens com a jovem, que tinha 12 anos na altura. Nessa comunicação, terá solicitado o envio de fotografias de cariz íntimo.

A aproximação entre ambos terá começado depois de um convívio entre as duas famílias. O processo refere ainda que Miguel Bravo e a menor estiveram juntos presencialmente num jantar.

Esse encontro aconteceu em janeiro, durante uma festa de Natal organizada por um clube motard, na cidade de Évora.

Cantor condenado com pena suspensa

Com a decisão agora conhecida, Miguel Bravo foi condenado a quatro anos e meio de prisão, mas a pena ficou suspensa.

O tribunal determinou também o pagamento de 500 euros de indemnização à vítima. O processo, que envolveu crimes de abuso sexual de menores e pornografia infantil, teve agora desfecho na primeira instância.

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