Morte de Anita Guerreiro deixa país em choque: Herman José despede-se com homenagem emocionada, nas redes.
Uma perda irreparável para o fado e para o teatro português
A cultura portuguesa acordou de luto. Anita Guerreiro morreu este domingo, aos 89 anos, deixando um legado imenso no fado, no teatro de revista e na memória artística de Lisboa. A fadista e atriz, carinhosamente conhecida como a “miúda do Intendente”, partiu silenciosamente, mas deixa um eco profundo na história cultural do país.
Da menina do Intendente ao ícone da cidade
Bebiana Guerreiro Rocha Cardinalli nasceu em Lisboa a 13 de novembro de 1936. Desde cedo mostrou a sua vocação artística. Aos sete anos já encantava familiares e vizinhos ao cantar no Sport Clube do Intendente, a coletividade onde deu os primeiros passos e que viria a marcar a sua identidade.
Ao longo de décadas, Anita Guerreiro tornou-se uma das figuras incontornáveis do fado popular e do teatro de revista, sendo lembrada pelo seu carisma, talento e dedicação à cidade que sempre chamou casa.
Herman José despede-se com emoção
A notícia da morte de Anita Guerreiro motivou diversas reações do meio artístico, mas uma das mais sentidas chegou através de Herman José, que fez questão de recordar a amiga com enorme carinho.
“É assim que a recordo. Feliz, talentosa, saudável, grata, otimista. Aqui a alguns meses de completar sessenta anos. Querida Anita. 1936-2025”, escreveu o humorista, numa homenagem que rapidamente se tornou viral.
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