Mumford & Sons lançam “The Banjo Song” e antecipam novo álbum Prizefighter

Mumford & Sons lançam “The Banjo Song” e antecipam novo álbum Prizefighter, segundo revelou hoje a Universal Music.

Os Mumford & Sons voltaram a surpreender os fãs com a apresentação de uma nova canção. O tema The Banjo Song integra o próximo disco de estúdio da banda, Prizefighter, e já está disponível.

Novo single antecipa sexto álbum de estúdio

Entretanto, foi confirmado que Prizefighter será editado a 20 de fevereiro de 2026. A nova canção surge como mais um avanço do disco e foi coescrita com Aaron Dessner e Jon Bellion.

Além disso, “The Banjo Song” sucede aos primeiros temas revelados do álbum, incluindo Rubber Band Man, gravado com Hozier, e à faixa que dá nome ao disco.

Um disco que gera enorme expectativa

Segundo Marcus Mumford, este é o projeto que deixa a banda mais motivada até hoje. O vocalista descreveu Prizefighter como aquele que o deixa mais “entusiasmado” em toda a história do grupo.

Assim, “The Banjo Song” funciona como um primeiro retrato do que será um ano intenso para os Mumford & Sons, tanto em estúdio como em palco.

Período criativo especialmente prolífico

Importa recordar que este lançamento acontece apenas sete meses depois de RUSHMERE, editado em março de 2025, que alcançou o primeiro lugar das tabelas. A proximidade entre os dois discos reflete uma fase criativa particularmente fértil.

Desta forma, a banda aproveitou esse impulso para avançar rapidamente com novo material original.

Gravações marcadas pela espontaneidade

Coproduzido e novamente coescrito com Aaron Dessner, com quem já tinham colaborado em Wilder Mind, Prizefighter foi concebido num ambiente informal e intenso.

Em apenas dez dias, a banda compôs mais temas do que os necessários para um álbum completo. O resultado é descrito como pessoal, instintivo e com forte sentido de comunidade.

Colaborações reforçam espírito coletivo

Durante as sessões, realizadas entre cafés de Hudson e o estúdio Long Pond, os Mumford & Sons optaram por um som cru e pouco polido, assumidamente vivo. As letras abordam resiliência e esforço, interpretadas com urgência e convicção.

Além disso, o estúdio esteve de portas abertas a vários colaboradores. Entre eles estiveram Gracie Abrams, Chris Stapleton, Gigi Perez e o próprio Dessner.

Com 14 canções que exploram luz e sombra, Prizefighter afirma-se como mais um capítulo sólido de uma banda que continua a liderar pelo exemplo no panorama musical internacional.

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