No Secret Story, Diana Lopes defende Marisa Susana: “É exatamente o contrário do que parece à primeira vista”

No Secret Story, Diana Lopes defende Marisa Susana: “É exatamente o contrário do que parece à primeira vista”, disse.

A comentadora do “Extra” da TVI elogiou a concorrente e destacou a sua força no jogo

Durante o “Extra” da TVI, emitido esta semana, Diana Lopes analisou o percurso de Marisa Susana na “Casa dos Segredos” e contrariou a perceção de que a concorrente possa ser o elo mais fraco do grupo.

Com um olhar atento sobre as dinâmicas do jogo, a ex-concorrente começou por afirmar de forma clara:

“Se eu considero-a a peça mais fraca do conjunto? Aliás, é exatamente o contrário do que parece à primeira vista.”


“Enquanto concorrente individual, é quem tem um melhor jogo”

Diana Lopes explicou que, apesar de Marisa Susana não ter grande proximidade com os restantes membros do grupo, é precisamente isso que a torna mais interessante do ponto de vista estratégico.

“Tendo em conta a ligação do grupo, acho que acaba por ser quem tem menos proximidade, quer com o Leandro, quer com o Pedro, quer até com a própria Marisa. No entanto, enquanto concorrente individual, considero que é quem mais se dispõe a fazer um jogo próprio, menos dependente da narrativa do chamado gangue dos frescos. Aqui parece-me que houve uma tentativa, por parte do secretariado de recrutamento, de a integrar mais.”, afirmou.


Dylan tentou aproximá-la do grupo

A comentadora acredita ainda que houve uma tentativa clara de integrar Marisa Susana na dinâmica do grupo, mas sem grande sucesso.

“Creio que tentaram, a todo o custo, puxar a Marisa Susana um pouco mais para o grupo. Vi até o próprio Dylan bastante empenhado em lhe preparar o pequeno-almoço, algo praticamente inédito. Mas também me parece que isso é muito forçado.”, observou.

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Segundo Diana Lopes, essa aproximação terá sido motivada por razões estratégicas:

“Acho que é uma questão de estratégia, de conveniência. Acredito que conseguiram retirar dela informações que consideraram úteis para o jogo. Contrariamente, por exemplo, à postura do outro grupo em relação à Inês.”, explicou.


“As opiniões são extremamente voláteis”

A comentadora concluiu reforçando que, ao contrário de outros grupos, não houve grande interesse em aprofundar informações vindas do outro lado.

“Senti que, nesse caso, não houve grande necessidade de esmiuçar informações ou opiniões do outro lado, até porque, dentro daquele grupo, as opiniões são extremamente voláteis.”, rematou.

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