Pedro Crispim explica afastamento e avisa: “A minha vida não é um autocarro público”, afirmou nas redes sociais.
Pedro Crispim partilhou uma reflexão pessoal nas redes sociais sobre a forma como tem escolhido viver, admitindo sentir cada vez menos necessidade de marcar presença em eventos, convívios ou ambientes que não lhe tragam tranquilidade.
O comentador revelou que prefere uma rotina mais reservada, longe de locais com muita gente e ruído, mesmo sabendo que essa decisão pode reduzir a sua exposição pública.
“Sinto-me revigorado no silêncio”
Numa publicação acompanhada por uma fotografia a preto e branco, Pedro Crispim explicou que passou a dar prioridade ao silêncio, ao bem-estar e ao tempo passado consigo próprio.
“Cada vez sinto mais prazer em não ir, não aparecer, não fazer se não me fizer sentido, mesmo correndo o risco de ser esquecido…pago essa a factura conscientemente e vivo bem com isso. Fora muito poucas excepções, fujo de sítios com muita gente e ruído, ficar sossegado e viver mais no off equilibra-me. Sinto-me revigorado no silêncio e pleno na minha companhia.”
O comunicador admitiu também ter menos tolerância para situações e pessoas que possam perturbar a paz que procura preservar no quotidiano.
“Cada vez tenho menos tolerância para tudo o que me tire a tranquilidade e todos os que tentem colocar em risco a minha paz. Vivo a vida ao meu tempo, sem pressas nem comparações. Gosto de me deitar e levantar cedo, aproveitar o dia, fazer o meu trabalhinho sossegado, focado na minha vidinha.”
Pedro Crispim reforça compromisso com o bem-estar
Além de evitar ambientes que não lhe fazem sentido, Pedro Crispim destacou os cuidados que mantém com a saúde física e com a alimentação.
“Sigo comprometido com o meu bem estar, vou ao ginásio diariamente e tenho uma alimentação consciente e equilibrada, deixando de fora aquilo que não me acrescenta.”
O comentador garantiu que continua próximo das pessoas que ama, mas confessou não sentir grande disponibilidade para criar novas relações.
“Amo os meus, mas não tenho grande disponibilidade para novas pessoas, até porque a minha vida não é um autocarro público, podemos ser bons colegas, bons vizinhos, bons conhecidos, e ficarmos por aí mesmo.”
Pedro Crispim terminou a reflexão assumindo que prefere manter-se concentrado no próprio caminho e afastado de conflitos que não lhe pertencem.
“Não persigo nada nem ninguém, fico no meu foco, permaneço no meu canto e evito dramas e batalhas que não me pertencem…Será que são os 50 a chegar?! 😉”
Veja a publicação AQUI.
