Processo após morte de Marco Paulo ganha novos contornos e Maria Violante nega ter sido ouvida em tribunal

Processo após morte de Marco Paulo ganha novos contornos e Maria Violante nega ter sido ouvida em tribunal, no V+Fama.

Entretanto, a morte de Marco Paulo continua a provocar tensões judiciais e familiares, com desenvolvimentos que prometem prolongar-se nos tribunais.

Depois de a revista Nova Gente ter avançado que Maria Violante já teria sido ouvida no âmbito de um processo judicial, surgem agora esclarecimentos que contrariam essa versão.

Adriano Silva Martins desmente informação divulgada

Durante o programa V+ Fama, Adriano Silva Martins revelou ter falado diretamente com Maria Violante, uma das pessoas mais próximas do cantor e mãe do seu afilhado.

Segundo o apresentador, a visada optou por não prestar declarações públicas extensas, mas fez questão de corrigir a informação que circulou. De acordo com Adriano Silva Martins, Maria Violante garante que não foi ouvida no dia 21 de janeiro.

Deslocação ao tribunal teve apenas caráter informativo

Ainda assim, Maria Violante confirmou que se deslocou ao tribunal. No entanto, essa ida teve apenas como objetivo compreender o conteúdo da notificação recebida.

Segundo foi transmitido em estúdio, a amiga do cantor explicou que aproveitou essa deslocação para visitar o jazigo de Marco Paulo e deixar flores. Sublinhou também que, quando for formalmente chamada, prestará declarações perante a justiça.

Família de sangue acusa Maria Violante de difamação

Por outro lado, o processo judicial em causa foi movido pela família de sangue do cantor. Em estúdio, Cláudia Jacques explicou que a ação se baseia em alegadas declarações feitas por Maria Violante à imprensa.

Segundo a comentadora, a visada terá afirmado publicamente que os familiares não procuravam, não telefonavam nem visitavam Marco Paulo, surgindo apenas quando o nome do cantor estava presente nos meios de comunicação social.

Declarações consideradas ofensivas levaram à queixa

Entretanto, a família considerou essas afirmações falsas e ofensivas, avançando com o processo. Cláudia Jacques sublinhou que, independentemente de Maria Violante estar a relatar a sua perceção ou experiência pessoal, terá agora de responder judicialmente.

Além disso, a comentadora recordou que, nos últimos tempos, Maria Violante já não residia permanentemente na casa de Marco Paulo. Esse facto poderá ser utilizado pela acusação no decurso do processo.

Por fim, caberá agora à arguida reunir testemunhas e elementos que sustentem a sua defesa, procurando demonstrar a veracidade das declarações feitas sobre a alegada ausência da família do cantor.

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