Processo dos Anjos contra Joana Marques ganha novo capítulo com relatos de patrocinador e especialista em tribunal, esta manhã.
Na manhã desta terça-feira, 18 de junho, o processo movido pela dupla Anjos contra a humorista Joana Marques registou desenvolvimentos importantes no tribunal. Entre as novidades, destaca-se o depoimento de um empresário ligado ao desporto e à construção, que confirmou ter cancelado o patrocínio à Angel Minds, empresa dos irmãos Nelson e Sérgio Rosado, devido à polémica.
Bruno, o empresário em questão, explicou a sua decisão, revelando a pressão que sentiu. “Vi o vídeo… tinha umas brincadeiras no meio. Fui confrontado por pessoas a perguntar se já tinha visto aquilo,” contou. Acrescentou ainda que o receio pelo impacto na reputação da sua empresa foi decisivo: “Na altura teve um impacto grande. Pensei: ‘Não posso estar no meio disto’.” Segundo revelou, a perda financeira rondou os 75 mil euros mais IVA.
Além disso, Bruno revelou ter contactado diretamente Nelson Rosado para justificar a sua posição: “Tomei coragem e liguei-lhe. Disse-lhe: ‘Não me leves a mal, mas, com tudo isto que está a acontecer, tenho de olhar para o que pode sobrar para a minha empresa.’”
Paralelamente, Nuno Feist, conceituado músico e maestro presente em tribunal, esclareceu que os problemas na atuação da dupla Anjos não foram culpa dos músicos. Segundo o seu testemunho, as falhas técnicas foram externas: “Se o som tivesse estado a 100 por cento, isto nunca teria acontecido, porque eles não estiveram mal. Se o ritmo não foi alterado, se a harmonia não foi alterada e se harmonia encaixa, não posso dizer que houve desafinação.”

