Renato Seabra continua sob acompanhamento psiquiátrico 15 anos após homicídio de Carlos Castro

Renato Seabra continua sob acompanhamento psiquiátrico 15 anos após homicídio de Carlos Castro, segundo foi revelado.

O antigo manequim cumpre uma pena de 25 anos a prisão perpétua e só poderá pedir liberdade condicional em 2036.

Quinze anos depois do homicídio de Carlos Castro, em Nova Iorque, surgem novas informações sobre o estado de Renato Seabra. Segundo relatos de familiares, o português continua a receber acompanhamento psiquiátrico e a tomar medicação para controlar um quadro clínico considerado grave.

Renato Seabra foi condenado em 2012 por homicídio em segundo grau. A pena aplicada não corresponde a 25 anos de prisão com libertação automática, mas a um mínimo de 25 anos que poderá prolongar-se por toda a vida. A eventual saída dependerá da decisão de uma comissão de liberdade condicional, que poderá recusar sucessivamente o pedido. CBS News

Transferido para Attica em 2024

Depois de ter permanecido mais de uma década no Clinton Correctional Facility, Renato Seabra foi transferido, a 4 de abril de 2024, para a prisão de segurança máxima de Attica, no estado de Nova Iorque.

A primeira possibilidade de liberdade condicional deverá surgir em 2036. O advogado Scott Tulman está também a preparar uma nova iniciativa judicial, embora ainda não tenha sido apresentado qualquer recurso recente. Atlantic Lens

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Trabalho na confeção e apoio durante a missa

As informações conhecidas sobre a rotina laboral de Renato Seabra remontam sobretudo ao período passado na prisão de Clinton. Nessa altura, trabalhava sete horas por dia, de segunda-feira a sábado, numa fábrica de vestuário.

Entre as tarefas estava a confeção de camisas, calças e fardas destinadas ao sistema prisional de Nova Iorque. Aos domingos, ajudava a preparar a celebração religiosa e desempenhava funções de sacristão durante a missa.

Não existe confirmação independente de que estas funções tenham permanecido exatamente iguais depois da transferência para Attica. A família continua, contudo, a acompanhar à distância a situação clínica e prisional do antigo manequim.

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