Rita Ferro Rodrigues vive eclipse em família e deixa reflexão: «Uma oportunidade para desumbigarem»

Rita Ferro Rodrigues vive eclipse em família e deixa reflexão: «Uma oportunidade para desumbigarem», considerou.

Rita Ferro Rodrigues escolheu viver o eclipse solar desta quarta-feira, 12 de agosto, rodeada de família e amigos. O fenómeno coincidiu ainda com uma data especial: o 20.º aniversário da sobrinha Matilde. Entre a observação do céu e o ambiente vivido na Serradela, a comunicadora acabou por partilhar uma reflexão sobre a dimensão humana perante a natureza e os momentos capazes de quebrar a rotina.

Nas redes sociais, Rita Ferro Rodrigues mostrou várias imagens do grupo reunido para acompanhar o eclipse e começou por resumir a experiência sem hesitações: «Eu cá gostei muito. Subimos à Serradela, éramos muitos. A sobrinha Matilde fez 20 anos em dia de eclipse. Com 20 anos o mundo é nosso e o horizonte infinito.»

Um dia marcado pela esperança

Mais do que a espetacularidade do fenómeno, foi a forma como as pessoas pararam para olhar para o céu que parece ter marcado Rita Ferro Rodrigues.

«De manhã senti esperança e ela manteve-se durante o dia. Achei bonita a excitação das pessoas e a sua breve percepção de pequenez perante a natureza.»

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A reflexão levou-a também a recuperar uma frase do avô: «“Não somos mais que deslumbrada poeira do universo”, já dizia o meu querido avô.»

Num dia em que os fenómenos celestes dominaram atenções, Rita lembrou ainda a possibilidade de observar as Perseidas durante a noite e encontrou nisso uma espécie de convite à contemplação.

«Parece que quando a noite cair, choverão perseidas. Um dia em que o nosso sistema solar parece mimar-nos: peguem lá pequenos humanos, um presente de contemplação, uma oportunidade para desumbigarem.»

«Existem estes muito raros e belos»

A publicação terminou num registo mais íntimo, com Rita Ferro Rodrigues a contrapor a beleza daquele dia aos momentos mais difíceis que também fazem parte da vida.

«Há dias bonitos para contrariar tantos outros que são feios e que nos mandam abaixo, existem estes muito raros e belos que nos agarram uns aos outros, e ao planeta, e ao céu e à natureza, e à possibilidade breve de felicidade.»

Entre o aniversário da sobrinha, o eclipse e um grupo reunido para simplesmente olhar para o céu, Rita Ferro Rodrigues encontrou assim num fenómeno astronómico um pretexto para falar de ligação, esperança e da capacidade de reconhecer beleza nos dias que fogem ao habitual.

Veja a publicação AQUI.

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