Rodrigo Castelhano revela como a 1.ª Companhia mudou um dos períodos mais difíceis da sua vida

Rodrigo Castelhano revela como a 1.ª Companhia mudou um dos períodos mais difíceis da sua vida, em recente entrevista.

Antes de mais, Rodrigo Castelhano fez um balanço honesto da sua passagem pela 1ª Companhia. O modelo descreveu a experiência militar como um ponto de viragem numa fase particularmente sombria da sua vida pessoal.

Em declarações à TV 7 Dias, o ex-recruta admitiu que entrou no programa emocionalmente fragilizado e revoltado com os acontecimentos recentes.

Um ano marcado por perdas e mudanças

Segundo Rodrigo Castelhano, o contexto pessoal teve um peso determinante no seu estado emocional à entrada no quartel. O modelo explicou que atravessava um período difícil: “Foi um ano chato para mim. Muitas mortes. Divórcio…”.

Além disso, confessou que chegou ao programa “numa fase muito respondão e um bocado chateado com a vida”. Ainda assim, reconheceu o impacto positivo da experiência: “Veio na altura certa e mudou o que tinha de ser mudado”.

Dessa forma, a participação permitiu-lhe focar-se na superação e no esforço máximo, assumindo que conseguiu “dar o litro”.

Relação com Soraia Sousa não passou de amizade

Entretanto, Rodrigo Castelhano aproveitou para esclarecer os rumores sobre um possível envolvimento com Soraia Sousa. O ex-concorrente garantiu que a proximidade vista no ecrã nunca teve contornos românticos.

Nesse sentido, explicou que a atitude descontraída foi igual com várias colegas: “Lá dentro brincava com ela da mesma forma que brincava com a Sara, com a Andrea. É a forma como eu brinco com as minhas amigas”.

Por isso, afastou qualquer leitura sentimental da cumplicidade demonstrada durante o programa.

Coração ocupado fora do quartel

Por outro lado, o afastamento romântico teve uma razão clara. Rodrigo revelou que já tem alguém especial fora do programa: “Nada de tentar ter alguma coisa ou não, até porque tenho uma pessoa cá fora, não fazia sentido”.

Assim, o modelo fez questão de deixar claro que nunca houve intenção de avançar para além da amizade.

Uma visão romântica sobre o amor

Por fim, Rodrigo Castelhano partilhou uma reflexão mais profunda sobre a sua vida sentimental. O ex-recruta mostrou-se assumidamente romântico e crítico das relações sem compromisso.

Para o modelo, o amor continua a ser essencial: “A vida sem amor é uma vida vazia. Eu acho que faz sentido gostarmos de alguém“. Ainda assim, foi direto ao falar da vida de solteiro: “Andar solteiro e dar umas ripadas só por dar, é bonito durante um tempo. Mas partilhar amor com uma pessoa, o bom e o mau, teres um ombro de amigos sempre ali (…) tem que ser a tua melhor amiga”.

Deste modo, Rodrigo Castelhano sublinha que a experiência na 1.ª Companhia não mudou apenas a sua disciplina, mas também reforçou as suas convicções pessoais e emocionais.

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