Sandra Felgueiras critica atendimento do 112 após encontrar casal ferido: “Fale menos”, afirmou a jornalista.
Sandra Felgueiras recorreu às redes sociais para relatar os momentos de aflição vividos ao encontrar um casal de idosos ferido numa passadeira, em Lisboa. A jornalista ligou para o 112, mas criticou a forma como foi atendida inicialmente.
Casal encontrado numa passadeira
O episódio aconteceu na quinta-feira, 3 de setembro, quando Sandra Felgueiras circulava pela Avenida 5 de Outubro. Segundo contou na sua publicação no Instagram, encontrou um homem e uma mulher caídos numa passadeira.
O idoso apresentava ferimentos visíveis no rosto e estava a perder sangue. A mulher encontrava-se imóvel e sem reagir. Perante o cenário, que a levou a acreditar que o casal tinha sido atropelado, a jornalista contactou imediatamente o número europeu de emergência.
Sandra Felgueiras aponta demora no atendimento
De acordo com o relato da jornalista da TVI e da CNN Portugal, a chamada demorou cerca de um minuto a ser atendida. Sandra Felgueiras afirma que o operador começou depois a colocar-lhe várias perguntas sobre as circunstâncias do acidente.
A jornalista explicou que “simplesmente não podia responder” a algumas das questões, uma vez que não tinha assistido ao sucedido e apenas tinha encontrado as duas vítimas no chão.
Sandra Felgueiras considerou que estava a ser sujeita a um “interrogatório”, quando pretendia apenas que fosse enviada uma ambulância com urgência. Durante a conversa, garante ter ouvido do outro lado da linha: “Fale menos.”
Atendimento do CODU mereceu elogios
A chamada acabou por ser encaminhada para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes, conhecido como CODU. Nesta segunda fase, Sandra Felgueiras diz ter encontrado uma resposta diferente, que classificou como rápida e eficaz.
A jornalista sublinhou que, perante duas pessoas feridas, “cada segundo conta”, lamentando a abordagem adotada durante o primeiro atendimento.
Nas redes sociais, deixou críticas à “demora, pela falta de empatia e pela forma como fui tratada quando apenas tentava ajudar duas pessoas”.
Sandra Felgueiras considerou ainda que este tipo de comportamento revela uma “forma de estar incompatível com a missão que lhe foi confiada, a de salvar vidas”.
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