Secret Story: Rui Ribeiro defende Bruno e Dylan e lembrou que determinadas situações podem destruir a vida de alguém.
Ex-concorrente faz balanço da experiência e critica ambiente dentro da casa
Rui Ribeiro, recém-expulso da nona edição da “Casa dos Segredos”, partilhou com a revista TV 7 Dias um testemunho honesto sobre a sua passagem pela casa mais vigiada do país. O ex-concorrente confessou que viveu uma mistura de emoções, entre o entusiasmo inicial e o desencanto com o ambiente de tensão que encontrou.
“Foi uma experiência única”, começou por dizer. No entanto, rapidamente o entusiasmo deu lugar ao desinteresse. “Eu sentia o tédio dentro de mim. Ali, na segunda, terceira semana, eu comecei a perceber que o pessoal discutia por tudo e por nada e que já acordavam chateados com a vida e eu não sou uma pessoa assim na vida real”, desabafou Rui.
“Prefiro ser apático do que fazer um jogo sujo”
Durante o programa, Rui foi várias vezes acusado pelos colegas de ser pouco participativo, mas garantiu não se arrepender da sua forma de estar.
“Eu tinha essa perceção, mas eu prefiro estar a ser esta pessoa. É preferível estar mais apático por não me identificar, do que estar a fazer um jogo sujo ou estar a ser algo que eu não sou”, afirmou o jovem, mostrando-se fiel aos seus valores.
Rui defende Bruno e Dylan: “Julgar alguém por seis episódios pode ser prejudicial”
O ex-participante confessou ainda ter criado empatia com Bruno Simão e Dylan, apesar das polémicas que os envolveram. Segundo Rui, é injusto avaliar comportamentos apenas com base em momentos isolados.
“Vivemos num mundo que é muito de acusações, num mundo em que há muito ódio, eles não estão certos, não. Mas a realidade é que julgar alguém por três, quatro, cinco, ou seis episódios pode ser prejudicial para as pessoas. Nós não somos perfeitos. […] Se merecem outra oportunidade? Provavelmente sim”, afirmou, defendendo a importância da compreensão e da empatia.
Um participante discreto, mas genuíno
Apesar da postura reservada, Rui conquistou o público pela sinceridade e tranquilidade com que encarou a experiência. O ex-concorrente reconheceu que o jogo “não é para todos”, mas garante ter saído com a consciência tranquila.
