Divórcio de Pimpinha Jardim dá que falar: “um horror especular causas, calhandrar e chafurdar”, considerou António Leal e Silva.
Pimpinha Jardim anunciou no passado sábado, 15 de março, que a relação com Francisco Spínola chegou ao fim.
Recorde-se que o casal estava junto há 20 anos, eram casados há 13, e da história de amor resultaram três filhos.
Assim, no ‘V+ Fama’, o tema foi mencionado e António Leal e Silva aproveitou a ocasião para deixar uma mensagem em direto: “Não vou, nem quero, e recuso-me a entrar aí porque não me interessa e não me meto. Eu sou pelo amor e acho um horror especular causas, calhandrar e chafurdar“.
“Nós estamos num programa de social e nós vivemos disto. Não é da Pimpinha, mas é disto, dos acontecimentos. Mas eu deixo aqui bem claro, com este ar de Telejornal, que eu recuso-me pessoalmente, seja em que programa for, em que situação for, a especular ou a chafurdar naquilo que acontece numa separação. Acho isso uma coisa vergonhosa“, referiu.
Adriano Silva Martins destacou: “Se eles contarem, nós cá estaremos para comentar“.
António Leal e Silva reagiu: “Isso é outra conversa“.
“Ir chafurdar ou ir especular ou ir atrás e comentar uma separação, eu acho que é uma coisa desagradável, porque não há nada mais triste numa vida do que a separação entre dois seres humanos. Magoa-nos, é complicado. Cabe aos próprios saberem as causas e as razões, têm filhos, e peço a todos para terem consideração que eles têm três filhos, um com 15 anos. Por isso, pelo amor de Deus, não sejamos hipócritas e peço, por favor, para se conterem. Não é só da Pimpinha, da Pimpinha e de qualquer separação“, rematou.
