Big Brother Verão: Marta Cruz aponta obsessão de Viriato por Catarina Miranda e defende Afonso, no programa.
Ex-concorrente não poupa críticas e diz que discurso está “exagerado”
Durante o ‘Diário’ desta quarta-feira, 9 de julho, Marta Cruz comentou a mais recente polémica dentro da casa do Big Brother Verão. O foco esteve sobre Viriato Quintela, que acusou Afonso Leitão de ser o “peão de ataque” de Catarina Miranda e de “instigar a violência”.
Marta expõe comportamento de Viriato
Desde logo, Marta fez questão de lembrar a proximidade que tinha com o concorrente. Ainda assim, revelou ter notado uma mudança drástica no comportamento dele.
“O Viriato era um dos meus grandes amigos lá dentro e no segundo dia já começou a perder a calma e a ficar completamente obcecado pela Miranda”, disse.
De seguida, detalhou como essa obsessão se refletia no jogo e nas conversas diárias:
“Nós não conseguíamos ter uma conversa onde ele não puxasse o nome Miranda e que ele próprio fica frustrado por saber o quanto fala da Miranda, porque não lhe sai da garganta, bloqueou”, referiu.
Críticas ao discurso contra Afonso Leitão
Na análise da ex-concorrente, o posicionamento de Viriato em relação a Afonso também levantou dúvidas. Marta considera que o discurso está a ser forçado.
“Está a exagerar bastante em todo o discurso”, afirmou, questionando se não se trata apenas de uma estratégia para criar impacto junto do público.
“Não sei se é jogo porque eu não apanhei este tipo de discurso do Viriato, mas deve querer passar cá para casa palavras e situações muito mais fortes, se calhar, do que estão a ser vividas”, disse.
Afonso e Catarina: dois jogadores com estratégia própria
Por fim, Marta rejeitou a ideia de que Afonso esteja ao serviço de Catarina Miranda. Pelo contrário, sublinhou a independência estratégica de ambos.
“O Afonso é extremamente inteligente e sabe muito bem o que está a fazer ali. Portanto, eu vi muitas vezes o Afonso a dizer não à Catarina”, garantiu.
“Acho que são duas mentes muito fortes e que usam-se consoante aquilo que precisam”, concluiu.

