Joana Madeira revela diagnóstico da filha: “O que eu chamava de birra afinal era uma crise que ela não conseguia controlar”, disse.
A revelação emocionada no podcast “Código X”
Joana Madeira abriu o coração no mais recente episódio do podcast “Código X”, da RFM, onde partilha o microfone com Ana Arrebentinha, Vera de Melo e Carmo Sousa Lara.
O episódio, dedicado ao tema das birras das crianças, acabou por ganhar um tom mais pessoal quando a atriz e humorista revelou o diagnóstico da filha mais nova, Carolina, de quatro anos.
A comediante contou que a menina foi recentemente diagnosticada com transtorno de hipersensibilidade sensorial, uma condição que afeta a forma como a criança reage a determinados estímulos.
“A Carolina sempre fez muitas birras, mas eu sentia que não eram birras normais”
Durante a conversa, Joana Madeira confessou que sempre teve a sensação de que o comportamento da filha não era o habitual, mas que demorou a encontrar respostas.
“A Carolina sempre fez muitas birras, mas eu sentia que não eram birras normais. Fui à pediatra e diziam-me que tinha um feitio difícil. Falei com as professoras e diziam o mesmo. Até uma psicóloga me disse que era apenas personalidade.”, partilhou a humorista, emocionada.
A incerteza levou-a a procurar ajuda especializada após uma conversa determinante com uma das colegas do podcast.
“Foi um choque. Mas fui. E de repente tudo fez sentido”
Joana revelou que foi Vera de Melo quem lhe deu o conselho que mudaria tudo. “Na altura, foi um choque. Mas fui. E foi então que descobrimos que a Carolina tem transtorno de hipersensibilidade sensorial. Significa que, quando está em ambientes com muita gente, não consegue regular as emoções. De repente, tudo fez sentido na minha cabeça.”, contou.
A humorista descreveu o diagnóstico como um momento de alívio e compreensão, explicando que agora consegue olhar para o comportamento da filha com empatia e conhecimento.
“O que eu chamava de birra afinal era uma crise”
Ao longo do episódio, Joana Madeira revelou ainda que Carolina vai começar a ser acompanhada por uma terapeuta ocupacional, que ajudará a criança a lidar com os estímulos e a regular as emoções.
“O que eu chamava de birra afinal era uma crise que ela não conseguia controlar.”, explicou, sublinhando a importância de os pais procurarem ajuda e informação antes de julgarem o comportamento dos filhos.

