Bruno de Almeida assume: “Nunca me vi como bom ou bonito o suficiente para fazer parte desse clube”, disse.
O apresentador partilhou um desabafo sincero sobre autoaceitação e o caminho para fazer as pazes com o seu corpo
Bruno de Almeida partilhou nas redes sociais uma reflexão íntima sobre a forma como aprendeu a aceitar-se, após anos a lutar contra a própria imagem.
Com honestidade, revelou que durante muito tempo não se sentia confortável com o corpo nem com o reflexo que via ao espelho.
Segundo contou, as comparações com outros homens e a pressão das redes sociais foram um peso que demorou a largar.
“Nunca tive o hábito de tirar fotos em tronco nú. Há rapazes cujas redes sociais são um sem fim de ‘thirst traps’ numa constante caça ao like e eu sempre achei que esse lugar não era o meu. Nunca me vi como bom ou bonito o suficiente para fazer parte desse clube.”, confessou.
“Fiz as pazes comigo e com os outros”
O comunicador recordou que cresceu rodeado de vozes que o fizeram duvidar de si e até rejeitar partes da sua identidade.
No entanto, afirma que hoje se sente em paz com o corpo e com o mundo, após um processo de maturidade e reconciliação interior.
“Fiz as pazes comigo e com os outros. Já não os vejo de baixo para cima porque cresci tanto que já não caibo no espaço que definiram para mim.”, partilhou.
Bruno de Almeida destacou ainda que sempre valorizou o seu interior, mas agora reconhece que também o corpo teve um papel importante no seu percurso.
“Do meu conteúdo sempre tive orgulho, mas não foi só a cabeça que me trouxe até aqui. Foi o meu corpo também.”, afirmou.
“A vida é rara e improvável, por isso devemos viver a brilhar”
Com uma nota de humor e leveza, Bruno lembrou que a vida é um bem precioso e que a celebração pessoal deve ser constante.
Com ironia, escreveu que o raro é para ser vivido em pleno:
“A vida é rara e improvável, quase tão improvável como ver um unicórnio, por isso devemos viver a brilhar.”, concluiu.

