Sara Santos expõe bastidores da “1.ª Companhia” e fala sem filtros sobre colegas: “O grupo juntou-se mais a nós”

Sara Santos expõe bastidores da “1.ª Companhia” e fala sem filtros sobre colegas: “O grupo juntou-se mais a nós”, disse.

A passagem de Sara Santos pelo Dois às 10, da TVI, ficou marcada por revelações sobre o ambiente dentro da 1ª Companhia.

Desta vez, a ex-recruta falou abertamente sobre a convivência no quartel. Além disso, abordou rivalidades, aproximações e episódios do dia a dia.

Primeiras divisões diluíram-se com o tempo

Antes de mais, Sara foi questionada sobre a existência de grupos fechados. A atriz reconheceu que, no início, alguns laços já vinham de fora.

Nesse contexto, a entrada de concorrentes que se conheciam criou uma certa separação. Ainda assim, garantiu que essa barreira desapareceu gradualmente.

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Saída de Pedro alterou o ambiente

Entretanto, a desistência de Pedro Barroso acabou por mexer com a dinâmica do grupo. Segundo Sara, a atmosfera mudou.

“Ele saiu, o que sentimos foi que o grupo, juntaram-se mais a nós”, afirmou.

Apesar disso, recusou a ideia de que o ator liderasse os restantes.

Noélia vista como figura dominante

Por outro lado, a única presença que, na sua perspetiva, assume naturalmente esse papel é Noélia Pereira.

A ex-concorrente descreveu a colega como experiente no contexto televisivo.

“A Noélia sabe quando é que as câmaras estão, quando é que não estão. Ela é assim, não adianta tentar mudar”, comentou.

Além disso, recordou um episódio que ilustra a intensidade da algarvia.

“Sempre que passava ali na porta, gritava… ‘Oh menino, oh menino!’. Ela é mesmo assim, não adianta”, contou.

Ainda assim, sublinhou que não existia intenção de a prejudicar, apenas a noção de que “há situações que são desnecessárias de mencionar”.

Rui Freitas recebeu elogios

Em contraste, Rui Freitas mereceu palavras carinhosas. Sara descreveu-o como atento e inteligente.

“bom menino” e “muito inteligente”, resumiu.

Segundo explicou, o colega sentiu-se deslocado no arranque do programa. A nomeação direta do comandante terá contribuído para isso.

Por isso, decidiu aconselhá-lo:

“Eu disse ao Rui: ‘interpreta isto como uma crítica construtiva, não te afastes de nós e vamos nos divertir’”, revelou.

Episódios divertidos e exigência física

Além das tensões, houve espaço para momentos leves. Sara contou, entre risos, um episódio relacionado com fatos de treino guardados.

“Quando abro a caixa e começo a tirar aquilo (…) o Rui: ‘Oh Sara, o que é que estás a fazer?’. Ele veio atrás de mim, afinal dava para todos”, recordou.

Por fim, a ex-recruta falou da relação com os instrutores. Admitiu que recorria frequentemente à enfermaria.

Disse ainda que as punições eram imediatas, mesmo por pequenos deslizes.

“O que é que você está assim a fazer? Duas flexões”, exemplificou.

Entretanto, mencionou também as condições difíceis, com “tempestades, vento, granizo”. Apesar das dúvidas iniciais dos colegas, garantiu que conseguiu superar as expectativas.

Assim, a entrevista revelou bastidores pouco conhecidos e traçou um retrato mais humano da vida dentro da “1.ª Companhia”.

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