Liliana Aguiar defende acompanhamento psiquiátrico para pessoas que se identificam como animais

Liliana Aguiar defende acompanhamento psiquiátrico para pessoas que se identificam como animais, destacou.

Liliana Aguiar voltou a recorrer às redes sociais para comentar um tema que considera preocupante.

A socialite reagiu ao caso de um médico veterinário que se recusou a atender pessoas que se identificam como animais e mostrou concordância com essa posição. Para a empresária, a situação deve ser tratada no campo da saúde mental, e não em clínicas veterinárias.

“Isto não é uma questão de liberdade de expressão”

Na publicação, Liliana Aguiar começou por enquadrar o assunto a partir da sua própria visão.

A figura pública rejeitou que o tema seja apenas uma questão de escolha individual ou expressão pessoal.

𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗲𝗺 𝗱𝗶𝗮, 𝘃𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗮 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿𝗲𝗺-𝘀𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗲 𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗿 𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘁𝗮𝗹. 𝗘, 𝘀𝗶𝗻𝗰𝗲𝗿𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗻ã𝗼 é 𝘂𝗺𝗮 𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗱𝗲 ‘𝗹𝗶𝗯𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗽𝗿𝗲𝘀𝘀ã𝗼’ 𝗼𝘂 𝗱𝗲 ‘𝗰𝗮𝗱𝗮 𝘂𝗺 𝘃𝗶𝘃𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿’. É 𝘂𝗺𝗮 𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗮ú𝗱𝗲 𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹

A empresária defendeu ainda que validar esse comportamento não corresponde, no seu entender, a uma atitude de verdadeira empatia.

Liliana fala em “desconexão com a realidade”

No mesmo texto, Liliana Aguiar considerou que quando alguém acredita ser um animal existe uma situação que, segundo a própria, não deve ser incentivada.

Para a socialite, trata-se de uma 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗻𝗲𝘅ã𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗱𝗲𝘃𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗿𝗼𝗺𝗮𝗻𝘁𝗶𝘇𝗮𝗱𝗮 𝗻𝗲𝗺 𝗶𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗶𝘃𝗮𝗱𝗮.

Além disso, defendeu que estas pessoas não precisam de validação social, mas sim de 𝗮𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗽𝘀𝗶𝗰𝗼𝗹ó𝗴𝗶𝗰𝗼 𝗲, 𝗲𝗺 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗻𝘀 𝗰𝗮𝘀𝗼𝘀, 𝗽𝘀𝗶𝗾𝘂𝗶á𝘁𝗿𝗶𝗰𝗼.

“Não estão a ir à especialidade correta”

A polémica ganhou novo detalhe quando Liliana Aguiar comentou, em vídeo, a posição de um médico veterinário.

Segundo a empresária, o profissional fez bem em recusar esse tipo de atendimento.

𝗢𝗻𝘁𝗲𝗺 𝘃𝗶 𝘂𝗺 𝘃𝗲𝘁𝗲𝗿𝗶𝗻á𝗿𝗶𝗼 𝗮 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲 𝗿𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮𝘃𝗮, 𝗾𝘂𝗲 é 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹, 𝗮𝗰𝗲𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗮𝘁𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗰𝗼𝗺 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗶𝘀. 𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘂 𝗮𝗰𝗵𝗼 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹, 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗲𝗹𝗮𝘀 𝗻ã𝗼 𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗮 𝗶𝗿 à 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗰𝗶𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝘁𝗮

“Têm que ir para a especialidade psiquiatria”

Liliana Aguiar insistiu depois que clínicas veterinárias devem atender animais, não pessoas que se identificam como tal.

A empresária defendeu que o encaminhamento adequado, na sua opinião, deve ser feito para a psiquiatria.

𝗣𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝘀𝗲 𝗲𝗹𝗮𝘀 𝘀𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗰𝗼𝗺 𝘂𝗺 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗹 (…) 𝘁ê𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗿 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗰𝗶𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝘀𝗶𝗾𝘂𝗶𝗮𝘁𝗿𝗶𝗮, 𝗻ã𝗼 𝘁ê𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗿 𝗽𝗿𝗼𝗽𝗿𝗶𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮𝗼 𝘃𝗲𝘁𝗲𝗿𝗶𝗻á𝗿𝗶𝗼. 𝗩ã𝗼 𝗼𝘀 𝗰ã𝗲𝘀, 𝗼𝘀 𝗴𝗮𝘁𝗼𝘀, 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗶𝘀. 𝗤𝘂𝗲𝗺 𝘀𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗹, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗶𝘀𝘀𝗼 é, 𝘀𝗲𝗺 𝗱ú𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺𝗮, 𝘂𝗺 𝗽𝗿𝗼𝗯𝗹𝗲𝗺𝗮 𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹, 𝗮 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮 𝘁𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗿 𝗮 𝘂𝗺 𝗽𝘀𝗶𝗾𝘂𝗶𝗮𝘁𝗿𝗮

Socialite remata com enumeração de exemplos

No final do desabafo, Liliana Aguiar enumerou vários animais para reforçar a sua posição.

A figura pública voltou a sublinhar que, para si, este tipo de identificação não deve ser tratado em contexto veterinário.

𝗧𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗽𝗮𝗿𝗲𝗰𝗶𝗱𝗮𝘀 𝗼𝘂 𝘀𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗰𝗼𝗺 𝗴𝗮𝘁𝗼𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗰ã𝗲𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗿𝗼𝗰𝗼𝗱𝗶𝗹𝗼𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗺𝗮𝗰𝗮𝗰𝗼𝘀, 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗼𝗿, 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗼𝗯𝗿𝗮𝘀, 𝗽𝗼𝗿 𝗲𝘅𝗲𝗺𝗽𝗹𝗼, 𝗰𝗼𝗺 𝘃𝗮𝗰𝗮𝘀, 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝘁ê𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗿 à 𝗽𝘀𝗶𝗾𝘂𝗶𝗮𝘁𝗿𝗶𝗮, 𝗻ã𝗼 𝘀𝗲 𝗮𝘁ê𝗺 𝗮𝗼𝘀 𝘃𝗲𝘁𝗲𝗿𝗶𝗻á𝗿𝗶𝗼𝘀

Com esta publicação, Liliana Aguiar voltou a deixar uma posição frontal nas redes sociais. Desta vez, o tema juntou saúde mental, identidade e os limites que, na sua visão, devem existir entre acompanhamento clínico humano e atendimento veterinário.

Veja o vídeo AQUI.

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