Tânia Laranjo brinca com as manias do gato: “Está convencido de que nós somos todos funcionários dele”, afirmou.
A jornalista partilhou uma fotografia do animal dentro de uma gaveta e contou, com humor, como reage às mudanças em casa nos dias de limpeza.
Uma gaveta tornou-se o cenário de uma publicação bem-humorada de Tânia Laranjo. Este sábado, 10 de outubro, a jornalista recorreu ao Facebook para mostrar o gato e contar algumas das suas particularidades, sobretudo a resistência a ver objetos mudarem de lugar.
Acompanhando a fotografia, Tânia explicou que o animal tem vários espaços à disposição, mas acaba por escolher um refúgio menos óbvio.
Entre os telhados dos vizinhos e uma gaveta
A jornalista começou por apresentar a publicação num tom descontraído:
“Hoje é sábado, dia de pôr o gato a trabalhar nas redes sociais. A fotografia é dentro de uma gaveta. Não lhe faltam opções. Tem quartos, sala e os telhados dos vizinhos, onde passa horas a controlar a vida alheia. Mas gosta da gaveta.”
O relato prosseguiu com a reação do gato à presença da pessoa que assegura a limpeza semanal da casa. Segundo Tânia Laranjo, basta uma alteração na disposição dos objetos para provocar o desagrado do animal:
“Há uma senhora que vai lá a casa uma vez por semana. O gato odeia-a. A senhora limpa a casa e muda as coisas de sítio. É isto. Não lhe bate, não lhe tira comida, não lhe faz mal nenhum. Muda uma cadeira de sítio e passa a ser inimiga pública número um.”
“Eu pago a casa, a senhora limpa, o gato vive lá”
A partir desse episódio, Tânia Laranjo brincou com a distribuição de responsabilidades e com quem, na perspetiva do gato, manda verdadeiramente naquela casa:
“Eu pago a casa, a senhora limpa, o gato vive lá. E é o gato que está convencido de que nós somos todos funcionários dele.”
A jornalista imaginou depois o que aconteceria se o animal não tivesse uma gaveta onde se instalar, prolongando a descrição humorística das suas exigências:
“Ainda bem que há gavetas. Imaginem que não havia. Tinha de ir para os telhados dos vizinhos, e depois era uma vergonha. Um gato adulto, com casa, comida e assistência doméstica, a dormir na rua por causa de uma cadeira mal colocada.”
A publicação terminou com uma observação dirigida ao protagonista de quatro patas: “Há gente que não sabe dar valor ao que tem.”
