Daniela Santos voltou a questionar a votação que ditou a sua expulsão do “Big Brother All Stars”, partilhando uma mensagem de uma pessoa que afirma não ter conseguido votar depois de Maria Botelho Moniz anunciar o número. A bailarina divulgou o relato após explicar que os seus apoiantes tinham comprado vários pacotes de votos nos minutos finais.
Expulsa na gala de domingo, 18 de outubro, Daniela reuniu 20% dos votos para salvar. A diferença para Helena Isabel foi de três pontos percentuais, numa fase da votação que também envolvia Catarina Miranda.
Apoiantes compraram pacotes perto do encerramento
Na terça-feira, 20 de outubro, a ex-concorrente contou nas redes sociais que pessoas que a apoiam “juntaram-se e injetaram muitos pacotes a cinco minutos de encerrarem as votações”.
Daniela afirmou ter elementos que comprovam essa mobilização, embora tenha admitido que os apoiantes das outras concorrentes possam ter feito o mesmo.
“Estou a dizer isto porque tenho provas […] E tive um azar enorme que as percentagens estavam de uma forma e certamente, pelo que dá a entender, as outras teams também fizeram o mesmo. O que quero dizer é que a diferença de percentagens era uma e depois dessa grande injeção de packs, a diferença continuou a mesma.”
A observação sobre as percentagens, por si só, não permite concluir que tenha existido uma falha na contabilização dos votos.
“Tentei votar três vezes”
Depois desse desabafo, Daniela mostrou algumas das mensagens que recebeu. Numa delas, uma pessoa relatou dificuldades ao tentar apoiar a bailarina.
“Ainda pior eu, a Maria [Botelho Moniz] anunciou o número, tentei votar e o número já não dava. Tentei votar três vezes”, lê-se.
Ao divulgar o testemunho, a ex-concorrente explicou que tinha pedido autorização à pessoa que lho enviou.
“Algo de errado não está certo. Pedi a uma das pessoas que me enviou este tipo de informação para a expor e como me permitiu… Eu não a conheço, é um perfil real e ela não se importa que isto seja exposto. Muito obrigada a todos pelo apoio.”
O relato partilhado descreve uma alegada dificuldade individual de votação, sem esclarecer a sua causa ou demonstrar uma irregularidade no resultado final.
