Francisco Monteiro perdeu o estatuto de aliado de Catarina Miranda no ‘Big Brother All Stars’, depois de se recusar a participar em várias atividades. A sanção, anunciada no ‘Especial’ que se seguiu às recusas desta quarta-feira, 21 de outubro, obrigou o concorrente a entregar a pulseira, abandonar o quarto do líder e abdicar das regalias associadas.
O Big Brother comunicou a decisão após ouvir as justificações de Francisco, que voltou a contestar os poderes atribuídos a Catarina durante a sua semana de liderança.
“Muito bem, Francisco, a verdade é que no domingo teve o privilégio de fazer parte do grupo de aliados do líder. É um privilégio que traz vantagens, responsabilidades e deveres, naturalmente. Ao longo do dia de hoje optou por não participar em diversas atividades. As escolhas, como sabe, têm consequências. E nesta casa, ninguém pode usufruir apenas dos privilégios, ignorando as responsabilidades”, declarou a Voz.
A consequência foi anunciada de seguida: “Por esse motivo, a partir deste momento, deixa de fazer parte do grupo de aliados da líder. Vai entregar a sua pulseira e perde as regalias associadas a esse estatuto. Fica impedido de participar nas futuras dinâmicas dos aliados e vai abandonar o quarto do líder. Pode dirigir-se à sala.”
“A Catarina teve mais poder que o próprio Big Brother”
Antes da sanção, Maria Botelho Moniz procurou perceber o motivo das recusas do concorrente e se estas estavam relacionadas com o conflito com Catarina Miranda.
“Francisco, tem contestado bastante a liderança da Catarina. Hoje recusou-se a participar nas dinâmicas. Porquê? É por ser a Catarina a líder? Passa-se mais alguma coisa que eu não sei? Conte-me coisas”, perguntou a apresentadora.
Francisco negou que a identidade da líder fosse a razão do protesto, embora tenha recorrido a uma comparação para criticar a dinâmica da semana.
“Não, isto não tem nada a ver com a Catarina, Maria. O meu ponto, e deixe-me fazer aqui um parênteses, para mim não há nada mais proveitoso para o programa do que dar uma coisa destas a um louco, porque obviamente vai dar conteúdo, vai dar muito que falar, eu percebo isso”, respondeu.
Maria Botelho Moniz colocou então a questão de os mesmos benefícios serem atribuídos a qualquer vencedor da prova: “Isso seria dado a quem quer que fosse que ganhasse a liderança no domingo?”
O concorrente insistiu que o problema estava na dimensão dos poderes: “Pois, já sei Maria, isso aí eu não vou contestar. A única coisa que eu contesto é que, de facto, a Catarina teve mais poder que o próprio Big Brother. A Catarina atribuiu as coisas mais importantes do programa ao longo de toda a semana. Acho que isto não é nada de novo para quem me conhece.”
Voz responde: “O poder não deixa de ser meu”
A afirmação motivou uma intervenção imediata do Big Brother, que lembrou a Francisco quem estabelece as regras e atribui os privilégios dentro da casa.
“Não se esqueça que sou eu que dou o poder à Catarina de ter poder. Nesse sentido o poder não deixa de ser meu”, esclareceu.
Francisco manteve a discordância e recuperou o seu percurso na edição que venceu em 2023 para explicar a reação.
“Claro, mas ela acabou por tomar decisões que nem o Big Brother conseguiu tomar ao longo do tempo. Ou não quis tomar. Acabou por lhe ser dado este poder. Acho que para quem me conhece é muito fácil de entender, se bem se lembram do meu programa, numa situação, não vou dizer semelhante, não tinha nada a ver, mas porque até acho que foi mais pequenina, eu tive a reação que tive, tenho tentado digerir, há coisas que não são passíveis de digerir, esta é uma delas, porque eu nunca vou entender. E pronto, obviamente também calha na semana em que é ela a líder. Eu percebo que possa ser engraçado para quem está aí em casa, agora para quem está aqui no programa a batalhar todos os dias”, afirmou.
Francisco garante que contestaria os poderes na mesma
A apresentadora regressou ainda à prova de liderança de domingo, questionando se outro desfecho teria alterado a postura de Francisco.
“Para terminar, naquela pergunta de desempate, a sua reação seria a mesma?”, perguntou Maria Botelho Moniz.
“Em relação aos poderes atribuídos, sem dúvida alguma, Maria”, garantiu o concorrente.
A explicação não afastou a sanção. Francisco deixou de integrar o grupo de aliados da líder, perdendo o acesso às respetivas dinâmicas e ao quarto que partilhava ao abrigo desse estatuto.
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