Tânia Laranjo critica exposição do filho de Leandro nas redes sociais. “A infância daquele rapaz não devia estar à venda”

A exposição do filho de Leandro levou Tânia Laranjo a questionar, este sábado, 7 de novembro, a decisão do cantor de tornar público um episódio familiar. Numa publicação no Facebook, a jornalista da CMTV defendeu que, aos 13 anos, o rapaz deve poder resolver o assunto longe dos comentários de milhares de pessoas.

Segundo o relato do cantor, citado por Tânia Laranjo, o filho terá levado um comando da PlayStation para casa da avó e vendido o objeto numa loja de usados. “Diz que o caso já está nos tribunais. Ainda bem. Espero também que a CPCJ esteja atenta”, escreveu a jornalista.

Laranjo acompanhou o texto com uma fotografia do seu programa e explicou por que escolheu abordar o episódio por escrito. “A fotografia é do meu programa, o Doa a Quem Doer. Mas não, este assunto não merece um programa. Merece umas linhas, porque há coisas que me fazem confusão e esta é uma delas.”

A crítica dirige-se à escolha de Leandro, enquanto pai e figura pública, de partilhar a história. “O que não percebo é a necessidade de fazer disto um assunto público. Um rapaz de 13 anos não tem de ser julgado nas redes sociais por causa de um comando. Muito menos por iniciativa do próprio pai”, afirmou.

Para a jornalista, pai e filho têm capacidades diferentes para avaliar o alcance dessa exposição. “Leandro é adulto, é conhecido, sabe o peso de uma publicação. O filho não pediu para entrar nesta história, nem tem sequer idade para perceber todas as consequências de ser exposto desta maneira.”

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Laranjo deixou em aberto o que aconteceu ao comando e concentrou as últimas palavras no direito do rapaz à privacidade. “Não faço ideia de quem tem razão na história do comando. Mas sei que um pai não precisa de ganhar uma discussão à custa do filho. Se há problemas, resolvem-se em casa ou nos tribunais. Não se põe uma criança na praça pública para milhares de pessoas darem o seu veredicto. O comando pode ter sido vendido. A infância daquele rapaz não devia estar à venda.”

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