Adriano Silva Martins sobre Nuno Graciano: “Nem Portugal foi ingrato, nem a TVI estava obrigada a dar-lhe mais trabalho”, referiu.

Adriano Silva Martins abordou a morte de Nuno Graciano, na sua crónica na revista Vidas.
“Morreu Nuno Graciano e tudo são boas palavras. Portugal enterra bem. Desde a sua saída da CMTV, o seu percurso diluiu-se. Como todos os que amamos fazer televisão, estar afastado foi difícil”, escreveu.
“Contudo, lamentando profundamente a sua perda, reconhecendo as suas capacidades, não posso discordar com o que se tem dito. Nem Portugal foi ingrato, nem a TVI estava obrigada a dar-lhe mais trabalho, nem Duarte Siopa lhe fez a cama e menos a Maya lhe puxou o tapete. A ignorância é muito atrevida”, acrescentou.
“Recordemos o Nuno como o comunicador que era e deixemos os falsos testemunhos que é pecado”, rematou.
