Benfica jogou como nunca e consente derrota no último minuto frente ao Barcelona, em jogo da Liga dos Campeões.
Barcelona deu o pontapé de saída no estádio da luz.
A equipa de Lage, jogou em 4x3x3 , assim como a equipa blaugrana.
O primeiro remate do jogo foi para a equipa catalã, que Trubin defendeu sem qualquer problema.
Aquipa encarnada, na sequência do contra ataque após a defesa do guarda redes ucraniano, num do corredor direito para o corredor esquerdo, Carreras assiste para o Grego Pavlidis, finalmente matar a sede de golos, inaugurando assim o marcador para a equipa da casa. O vulcão da Luz, voltou à capital portuguesa.
A equipa de Lage, a priveligear a troca de bola, fazendo com que os espanhóis subissem no terreno, para em contra pé, jogarem na profundidade, tirando partido acima de tudo da velocidade de Alvaro Carreras.
Aos 6 minutos de jogo, o numero 8 encarnado esteve perto de aumentar a vantagem, num penálti em andamento, como apelidado na gíria, mas Aursnes rematou para fora.
Um Benfica que entrou para garantir a vitória, pressionando alto, não deixando os blaugrana ter bola.
Aos 12 minutos de jogo, o holandês que dirigia a partida, alertado pelo VAR, marcou Pontapé de Penálti contra a equipa da casa, e foi chamado a converter com sucesso o polaco Lewandowski, colocando assim o marcador em igualdade.
A infração foi cometida por Tomás Araujo.
Após o golo sofrido, o Benfica baixou as linhas, e deu a iniciativa de jogo aos espanhóis.
[Best_Wordpress_Gallery id=”7653″ gal_title=”Benfica-Barcelona-21janeiro-2025″]Aos 19 minutos, os forasteiros tiveram perto de ir para a frente do marcador, valendo ao Clube da luz, Trubin, num remate acrobático de Gavi
Aos 22 minutos, após um choque entre o guarda redes da equipa do Barcelona com o seu defesa numero 3, Balde, Pavlidis amplia a vantagem , bisando assim no jogo. Um lance discutível relativamente a atitude do avançado grego, uma vez, que tanto se apregoa ao fair play , e com ambos os oponentes no chão, o grego não deixou de carimbar o golo, despreocupando-se com os seus colegas de profissão.
O Estádio da Luz galvanizou o seu apoio aos pupilos de Bruno Lage.
Com o décimo segundo jogador em campo, a equipa da casa, através de uma recuperação de bola de Carrerás, e num passe magistrado de Aursnes, a encontrar o turco Akturkoglu, que foi parado em falta dentro da grande área, fazendo assim, com que Pavlidis fizesse o hat-trick aos 30 minutos de jogo. Onde tem andado o avançado grego nos últimos jogos? Será que guardou os golos para as exibições europeias?
Foi possível ver desde a bancada de imprensa, pelo menos 3 detenções por parte da equipa de spotters da PSP, 2 no grupo Diabos Vermelhos, e 1 na bancada maioritariamente ocupada pelo grupo No Name Boys. Poderá ter sido pela deflagração de engenhos pirotécnicos .
O primeiro cartão amarelo do jogo, foi mostrado a Gavi, após este ter travado em falta um contra ataque da equipa da luz.
[Best_Wordpress_Gallery id=”7654″ gal_title=”Benfica-Barcelona-21janeiro-2025-1″]Proximo do intervalo, com 4 minutos de tempo suplementar, Raphinha desperdiça um golo cantado, mandando a bola para fora.
Uma primeira parte de bom nivel dos encarnados, ficando um amargo de boca , pela exibição oscilante do Benfica, e da clara inferioridade dos espanhóis.
Da primeira parte, tira-se o grandíssimo jogo por parte de Alvaro Carreras, que “secou “ por completo todo o jogo ofensivo blaugrana no seu corredor, e a nivel ofensivo , muito decisivo também, sendo o principal obreiro do resultado ao intervalo.
Um facto curioso, é o posicionamento defensivo de Schjelderup, que era como um quinto defesa, fechando assim o corredor esquerdo, e sendo mais um jogador neste processo defensivo, formando uma linha de 5 elementos. Quando os encarnados recuperavam a bola, o dinamarquês, disparava tal como uma flecha, criando assim espaço para Carreras, conseguir progredir com bola sem oponentes, facilitando assim, todo o processo ofensivo dos encarnados.
A segunda parte começou com a equipa da casa com mais bola, havendo ainda assim uma grande oportunidade para elevar a vitória para um resultado pré goleada, mas pecando pela fraca finalização de Aursners.
Aursners saiu sobre um diluvio de aplausos, foi o jogador mais influente dos encarnados a par de Carreras,.
No banco do treinador setubalense, foi possível observar Lage e o seu irmão e adjunto Luis Nascimento, sempre bastante ativos a gesticular para dentro de campo.
Trubin, aos 64’ minutos, numa reposição de bola deficitária, chuta contra Raphinha e a bola acaba por beijar as redes do guardião ucraniano, reduzindo assim a vantagem encarnada para um golo de diferença.
Os catalães galvanizaram-se e tem agora o controlo do jogo, após os encarnados não aproveitarem várias transições rápidas, quer por alguma ansiedade em fazer o quarto golo, quer por conta do relvado demasiado encharcado, por conta do mau tempo.
O publico benfiquista, merece a sua menção honrosa, devido a estar sempre a apoiar a equipa, sendo nitidamente uma mais valia para a equipa da casa.
[Best_Wordpress_Gallery id=”7655″ gal_title=”Benfica-Barcelona-21janeiro-2025-2″]Num passe de régua e esquadro de Tomás Araujo, Schjelderup, faz um passe açucarado, para o centro da área, e Ronald Araujo, introduziu a bola dentro da sua própria baliza, fazendo assim o 4-2 .
A par do jogo com o Atlético de Madrid, arrisco a dizer, que este é dos melhores jogos dos pupilos de Lage e companhia.
Lage, aos 70 minutos faz uma dupla substituição, colocando em jogo Di Maria, e Bah, retirando de campo Akturkoglu e Schjelderup.
Aos 75’ de jogo, Carreras , comete um penálti, e é admoestado com cartolina amarela, após uma falta infantil dentro de área. O goleador polaco Robert Lewandowski a bisar na partida, colocando assim o marcador em 4-3.
A equipa da luz, consente 3 golos, 2 de pontapé de penalti e 1 de um erro por parte do guardião ucraniano.
Aos 80 minutos de jogo, Lage encerra as substituições, realizando uma dupla alteração, retirando assim de campo, o deus grego Pavlidis, e o turco Orkun kokçu, e promovendo a entrada de Rollheiser e Amdouni.
Um jogo a fazer lembrar o Benfica de outrora, e vulgarizando um Barcelona que se apresenta algo deficitário com bola, mas mais gritante, são as dificuldades defensivas dos catalães.
Num canto executado a maneira curta, o Barça chega ao empate por Eric Garcia, numa clara falta de atenção defensiva por parte dos encarnados. O canto, nasce através de uma má abordagem ao lance de Bah, e Tomás Araujo na cobertura, corta a bola para canto, dando assim origem ao golo do empate.
Di Maria aos 89’ teve nos pés a hipótese de colocar um ponto final na partida, mas devido a todos a ansiedade no estádio, não conseguiu fazer mais que um remate contra o guarda redes catalão.
Por fim, em golpe de asa, Raphinha marcou o 4-5 num lance fortuito e deixou os adeptos do Benfica em depressão.
Onzes titulares:
SL Benfica: Trubin; T. Araujo; António Silva; Otamendi (c) ; Carreras; Aursnes (61’ Barreiro ); Florentino; Kokçu (80’ Rollheiser); Akturkoglu (70’ Bah) ; Pavlidis (80’ Amdouni ) ; Schjelderup ( 70’ Di Maria)
FC Barcelona: Szczesny ; Balde (74’ Ferran Torres) ; Cubarsi; Ronald Araujo (c) ; Koundé (74’ Eric Garcia); Pedri; Casado (61’ F. De Jong ) ; Gavi (62’ Fermin Lopez) ; Raphinha ; Lewandowski; Yamal (90+2 Gerard Martin)
Suplentes :
SL Benfica: S. Soares; Bah (70’) ; Amdouni; Cabral; Di Maria (70’); Barreiro (61’) ; Prestianni; Rollheiser; Beste; Nuno Felix; Bajrami; João Rego
FC Barcelona: Iñaki Peña ; Kochen; Ferran Torres (74’); Fati; Torre; Christensen; Fermin Lopez (62’) ; Pau Vitor; F. De Jong(61’); Eric García (74’); Fort ; Gerad Martin (90+2)
Árbitro: Danny Makkelie
Árbitros Assistentes: Hessel Steegstra, Jan de Vries
4º Árbitro: Allard Lindhout
VAR: Rob Dieperink
AVAR: Dennis Higler
Disciplina: Cartão amarelo a Gavi 36’ , Koundé 67’; Carreras 76’; Cartão Vermelho a Arthur Cabral (90+7)
Golos: Pavlidis 2’ 22’ 30’ ; Robert Lewandowski 13’; Ronald Araujo 68′ ( ag ); 86’ Eric Garcia.
Resultado: 4 – 5
Lotação: 63.225
Nem o Deus Grego Pavlidis valeu ao Benfica, para ganhar a um Barcelona inferiorizado.
Texto: Diogo Nora
