Calema: Conheça as exigências para os camarins, que ao contrário de outras estrelas, são coisas bastante acessíveis.
Na passada sexta-feira, 7 de junho, os irmãos Calema tornaram-se os primeiros artistas lusófonos a esgotar o Estádio da Luz, em Lisboa. Este feito histórico é um marco na música em língua portuguesa.
Imediatamente após o concerto, “Conseguimos!”, exclamaram os irmãos Fradique e António Mendes Ferreira perante um público em êxtase. “Acabámos de fazer história convosco, todos juntos”, disseram, visivelmente emocionados. “Boa noite, Portugal. Boa noite, Lisboa. Boa noite, lusofonia”, completaram, numa celebração de afinidade cultural.
Além disso, o espetáculo contou com participações de prestígio, incluindo nomes como Mariza, Dino D’Santiago, Anselmo Ralph, Sara Correia e João Pedro Pais, reforçando o caráter memorável da noite.
Entretanto, o Correio da Manhã revelou os bastidores deste grande evento: o rider dos Calema incluiu itens que combinam conforto e simplicidade, sem extravagâncias. Por exemplo, a dupla solicitou um tapete, dois cadeirões, quatro cadeiras, candeeiros de pé com luz suave, um espelho de corpo inteiro e um charriot com 10 cabides.
Além disso, queriam um frigorífico, chaleira elétrica, micro‑ondas e uma extensão tripla. A alimentação também foi pensada com cuidado: chá (camomila, cidreira, tília e verde), limão, gengibre, mel, barras de cereais, fruta fresca, sumos naturais e chocolates como Mars, Snickers e KitKat. Para bebidas, pediram Frize de limão, Aquarius, Coca‑Cola Zero, Compal, smoothies e uma garrafa de vinho tinto reserva, idealmente de origem local.
Por último, quiseram refeições leves e reconfortantes: sopa (preferencialmente canja de galinha), pão regional, tábua de queijos e enchidos, salgados, frutos secos, e pratos mais substanciais como pregos ou kebabs após o espetáculo.
Com este conjunto equilibrado de conforto, alimentação saudável e indulgências doces, os Calema demonstram que, mesmo no auge do sucesso, mantêm uma abordagem prática e próxima.





