“Casa dos Segredos 9”: Concorrente Ana emociona Rans e recebe apoio incondicional de Tino de Rans, calceteiro.
Naturalidade em destaque na estreia
Na estreia da “Casa dos Segredos 9”, surgiu um detalhe curioso sobre Ana. Apesar de a TVI a apresentar como natural de Penafiel, a concorrente fez questão de corrigir: é de Rans. Essa revelação agradou de forma especial a Tino de Rans, que não escondeu o orgulho pela jovem.
Apoio de Tino de Rans
Em declarações à revista TV 7 Dias, o candidato presidencial destacou a humildade da família da concorrente:
“A família da Ana é gente muito humilde e a mãe é uma pessoa de muita fé”, sublinhou.
Tino recordou ainda a importância da família para a freguesia:
“O bisavô da Ana foi o primeiro presidente de Junta de Freguesia eleito depois do 25 de Abril, foi em 1976. Foi um homem que fez muito por Rans”, explicou.
Memórias pessoais com a família
Nas suas recordações, o antigo autarca partilhou episódios vividos naquela casa:
“Eu gostava muito de ir estudar para a casa dele porque viviam melhor e eu gostava de ir para lá para comer as sandes de geleia e de marmelada e de queijo. Eles sempre me trataram como filho”, contou.
Além disso, reforçou que a ligação da família de Ana à política local é antiga:
“O bisavô da Ana foi o primeiro presidente de Junta de Freguesia eleito”, frisou, acrescentando que o pai da concorrente também integrou a Assembleia de Freguesia.
Compromisso com a vitória
O apoio de Tino é claro e tem raízes no orgulho pela sua terra:
“Eu vou fazer tudo por tudo para que ela ganhe, não só para ela, mas também para dar o prémio àquela família que lutou muito”, afirmou.
O político destacou ainda o sentimento coletivo:
“O povo de Rans tem muito orgulho das pessoas da terra. Acho que vai ser muito bom Portugal conhecer esta gente, porque é gente muito boa, muito simples, mas gente sempre pronta para ajudar”, acrescentou.
Testemunho da família
Já a tia materna, Ana Paula Batista, deu à mesma publicação uma perspetiva mais íntima sobre a jovem. A emigrante lembrou a mudança dos pais para a Suíça há cerca de dez anos e a decisão da sobrinha de regressar sozinha:
“Ela não se identificou com a Suíça. Adaptou-se só que não era coisa que ela gostasse”, recordou.
A tia revelou ainda que um dos momentos mais difíceis da vida de Ana aconteceu recentemente:
“Ela é muito apegada à família toda, ao avô, à avó, é muito apegada e claro que lhe custou bastante a partida”, referiu sobre a morte do avô paterno, há dois anos.
