Cláudio Ramos emociona fãs com reflexão inesperada: ‘Aqui estou!’ – apresentador celebra 26 anos de carreira na TV, disse.
Uma viagem de 26 anos no pequeno ecrã
No Dia Mundial da Televisão, Cláudio Ramos surpreendeu os seguidores com uma reflexão pessoal e emotiva sobre as mais de duas décadas que leva em televisão. O apresentador, hoje um dos rostos mais fortes da TVI, recordou o longo caminho que percorreu até chegar ao topo.
“Quem apostaria em mim?” – pergunta que virou desabafo
Com a autenticidade que o caracteriza, Cláudio Ramos começou por recordar as suas origens, lembrando o passado como concorrente do Big Brother Famosos e todos os degraus que subiu desde então:
“Além de mim, quem apostaria que o concorrente desastrado com o coração ao pé da boca que foi concorrente do Big Brother, haveria, vinte anos depois, de apresentar o formato televisivo mais conhecido do mundo e entretanto tornar-se um dos apresentadores do programa das manhãs?”
Logo de seguida, respondeu à própria pergunta com ironia e orgulho:
“Eu acho que poucos apostariam que sim, com medo de perder a aposta. Aqui estou!”
Trabalho, persistência e muitas mudanças
Durante a publicação, Cláudio Ramos fez questão de sublinhar que o seu percurso não aconteceu por acaso.
“Fiz um milhão de coisas antes de ter o meu nome na ficha técnica como apresentador”, contou, reforçando que sempre soube o que queria e que trabalhou “muito” para lá chegar.
Depois, refletiu sobre como a televisão o transformou — por dentro e por fora:
“Passados 26 anos da minha estreia, mais velho, mil penteados depois, à mudança física junta-se uma incrível mudança interior e a noção plena de uma realização profissional plena. Além disso, continuo desastrado e o coração continua ao pé da boca. Para o bom e para o mau!”
“A televisão não é uma montra de vaidades”
A parte final da mensagem acabou por ser uma espécie de declaração de amor à televisão, mas também um alerta para quem nela trabalha.
Cláudio sublinhou:
“Lembrem-se, a televisão, esta caixa maravilhosamente mágica, não pode nem deve ser a montra de vaidades que muitos consideraram ser.”
E concluiu com aquilo que considera ser a verdadeira missão de quem está no pequeno ecrã:
“A televisão é a absoluta responsabilidade de ter uma voz a chegar a muitos lugares em forma de companhia. Acreditei sempre.”
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