Desaparecimento de Maria Custódia Amaral: novas pistas revelam últimos movimentos antes de sumir

Desaparecimento de Maria Custódia Amaral: novas pistas revelam últimos movimentos antes de sumir, revelados na SIC.

Família mantém esperança enquanto investigação prossegue

Dois dias após o desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, continuam a surgir novos detalhes sobre as horas que antecederam o seu desaparecimento.

Assim, na rubrica Análise Criminal do programa Casa Feliz, emitido na SIC, o jornalista Luís Maia traçou a reconstituição dos últimos passos conhecidos da consultora imobiliária.

“Esta história tem muitas pontas soltas e vamos ver onde é que esta história vai terminar”, começou por afirmar, sublinhando que a família espera um desfecho positivo, “de saúde, e sem julgamentos relativamente aquilo que possa ter acontecido”.

Todas as hipóteses continuam em cima da mesa

Entretanto, em direto da Lourinhã, local onde foi dada a participação do desaparecimento, o repórter esclareceu que o processo permanece em aberto.

“Para já, todas as linhas de investigação estão abertas”, explicou.
Logo depois, acrescentou: “Está a ser considerada a possibilidade de um desaparecimento voluntário, mas também a hipótese de intervenção de terceiros”, admitindo que “está a ser equacionada a possibilidade de ter havido aqui um crime”.

O que aconteceu no dia 19 de janeiro

Segundo a reconstituição feita, Maria Custódia saiu de casa na manhã de segunda-feira, 19 de janeiro.
Antes disso, tomou o pequeno-almoço com o namorado, que teria passado a noite consigo.

“Estamos a falar de uma relação recente”, detalhou Luís Maia.
Ainda assim, referiu que existiam “alguns episódios de manifestações de ciúme”, ressalvando que tal informação “não tem de ter relação direta com a investigação”.

Angariação confirmada e deslocação para Caldas da Rainha

Depois, a consultora imobiliária dirigiu-se a uma angariação de imóvel.
Ao contrário de informações iniciais, “ela foi angariar a casa e esteve com estas pessoas”, garantiu o jornalista.

Concluída essa reunião, Maria Custódia seguiu viagem em direção às Caldas da Rainha, onde se localiza a agência imobiliária onde trabalhava.

“A localização celular do telefone aponta precisamente para as Caldas da Rainha”, explicou Luís Maia, acrescentando que o aparelho se encontra “numa área de cerca de um quilómetro quadrado, na zona urbana”.

Autoridades enfrentam impasse

Apesar dessa informação, o caso permanece sem avanços concretos.
“Nem ela, nem o telefone, nem o carro foram, para já, encontrados”, revelou.

Segundo o jornalista, as autoridades estão num “impasse”, uma vez que existe localização celular, mas “não há vestígios desta mulher”.

Participação feita no dia seguinte

Por fim, foi revelado que a participação oficial do desaparecimento ocorreu no dia seguinte.
“Quem vai ao posto da GNR da Lourinhã são o namorado e um colega de trabalho”, concluiu Luís Maia.

Enquanto isso, familiares e amigos aguardam respostas, numa investigação que continua a levantar mais perguntas do que certezas.

Veja este momento AQUI.

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