Detidos e droga apreendida no Festival em Sines: GNR revela balanço da operação, através de comunicado.
Operação de segurança decorreu entre 18 e 26 de julho
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 15 pessoas durante uma operação de segurança realizada no concelho de Sines, entre os dias 18 e 26 de julho. A ação teve lugar no âmbito de um evento musical de grande dimensão.
Objetivo foi garantir segurança e ordem pública
O Comando Territorial de Setúbal, através do Destacamento Territorial de Santiago do Cacém, coordenou a operação com o apoio de várias unidades da GNR. Segundo o comunicado oficial, “o dispositivo operacional integrou diversas valências da Guarda e teve como objetivo assegurar a manutenção da ordem pública, garantir as condições necessárias ao regular desenrolar do evento, bem como proteger pessoas e bens, prevenir a criminalidade e garantir a fluidez da circulação rodoviária nas vias de acesso à cidade de Sines e nas zonas envolventes ao recinto.”
13 detidos por tráfico de droga
Durante o período da operação, a GNR deteve 12 homens, com idades entre os 23 e os 42 anos, e três mulheres, com idades entre os 28 e os 36 anos. Destas detenções, 13 foram por tráfico de estupefacientes, uma por condução sob efeito de álcool e uma por resistência e coação sobre funcionário.
Além disso, foram elaborados 60 autos de contraordenação e apreendido material relacionado com o consumo e tráfico de droga.
Diversas substâncias apreendidas
A GNR detalhou ainda os produtos apreendidos durante o evento:
- 109 doses de resina de canábis
- 86 doses de MDMA
- 60 doses de canábis
- 42 doses de cocaína
- 22 doses de anfetaminas
- 15 comprimidos de ecstasy
- 21,92 gramas de cogumelos alucinogénios
- 3,5 mililitros de GHB (ácido gama-hidroxibutírico)
- Cinco doses de óleo de canábis
- Um selo de LSD
Reforço policial garantiu controlo no terreno
Para além dos meios locais, a operação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção (DI) de Setúbal e do Grupo de Intervenção Cinotécnico (GIC) da Unidade de Intervenção (UI).
Os factos relacionados com o foro criminal foram já comunicados ao Tribunal Judicial de Santiago do Cacém, informou ainda a GNR.
