Goucha emociona-se ao falar da mãe: “naquele momento era tão frágil que foi necessário ajudá-la”, recordou.
Manuel Luís Goucha é o protagonista da capa da revista ‘Cristina’ do mês de dezembro.
Abordou a partida da mãe Maria de Lourdes, que aconteceu em agosto deste ano.
Assim, depois de recordar o cuidado do marido Rui Oliveira para com a progenitora, realçando que o marido “dava-lhe banho, ajudava-a a andar, acordava durante a noite” e “ia sempre que ela chamava”, Manuel Luís Goucha lembrou ainda um episódio “duro”.
“Um dia, o Rui não estava, e precisei de ajudá-la a ir à casa de banho. Foi a coisa mais dura que fiz. Não imaginas. Chorei muito. Não é suposto sermos pais dos nossos pais. Aquela mulher que idealizei, uma mulher forte, uma rocha, naquele momento era tão frágil que foi necessário ajudá-la a sentar-se na sanita. Chorei baba e ranho. Conheci a fragilidade”, disse.
Foi questionado por Cristina sobre se o fez mais alguma vez.
Manuel Luís Goucha referiu que “não foi necessário”: “(…) Quando tens que fazer, tens de fazer, e é por amor. Agora, a primeira vez foi um choque”.
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Assim, em entrevista, Goucha emociona-se ao falar da mãe: “naquele momento era tão frágil que foi necessário ajudá-la”.
