Helena Sacadura Cabral assinala data marcante com emoção: “É uma alegria serena”, assinalou nas redes sociais.
Uma memória que atravessa o tempo
Antes de mais, Helena Sacadura Cabral voltou a recorrer às redes sociais para partilhar um momento profundamente pessoal.
Depois de ter recordado recentemente a perda do filho mais velho, a escritora assinalou agora o dia do seu nascimento, revelando o significado especial desta data.
No texto publicado, começou por destacar o contraste entre dor e celebração: “Há uma semana relembrei, aqui, a morte do meu filho mais velho, o Miguel. Hoje, falo da alegria por comemorar o dia 1 de maio, data do seu nascimento e que carrega uma luz especial no meu coração”.
O nascimento que marcou uma vida
Além disso, Helena Sacadura Cabral recuou no tempo para reviver o impacto desse momento.
A autora descreveu o nascimento como um marco irrepetível: “Há 68 anos, nascia um filho meu — momento que marcou para sempre a minha vida, como se o tempo tivesse parado, para dar lugar a um amor novo, imenso e inexplicável”.
Dessa forma, sublinhou a intensidade de uma ligação que se mantém intacta, mesmo com o passar dos anos.
Recordações de uma história feita de tudo
Por outro lado, a escritora evocou as várias fases vividas ao lado do filho.
Num tom emotivo, partilhou: “Recordo esta data, como se ainda pudesse sentir o mesmo misto de emoção, esperança e encanto. Era o início de uma história feita de risos, desafios, discussões, aprendizagens e, acima de tudo, de um amor que só cresce com o passar dos anos”.
Assim, destacou como cada experiência contribuiu para o crescimento de ambos.
Gratidão e reflexão sobre o passado
Entretanto, Helena Sacadura Cabral refletiu sobre o impacto dessa relação na sua própria vida.
Com emoção, escreveu: “Hoje, ao olhar para trás, sinto uma profunda gratidão. Pela vida dele, pelo privilégio de o ter visto crescer, e por todos os momentos partilhados — dos mais simples aos mais marcantes”.
De seguida, resumiu o sentimento atual: “É uma alegria serena, daquelas que aquecem a alma e nos lembram do que realmente importa”.
Um amor que permanece
Por fim, a autora deixou uma mensagem marcada pela ternura e pela memória.
Recordando coincidências que sempre a fizeram sorrir, confessou: “E também um sorriso terno, pelas datas escolhidas para ele viver e morrer. O que nos riamos por isso!”.
A encerrar, reforçou a força do vínculo que nunca desaparece: “Vou celebrá-la com carinho, memórias felizes e a certeza de que o amor de uma mãe nunca envelhece — apenas se torna mais forte e mais profundo com o tempo”.
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