Terça-feira, Dezembro 7, 2021

Jessica Athayde falou sobre problemas com droga de Diogo Amaral e da relação difícil com o pai

Jessica Athayde foi convidada de Daniel Oliveira, no programa ‘Alta Definição’ na SIC.

Sobre o fim da relação com Diogo Amaral, de quem tem um filho, disse: “A minha separação foi uma separação triste, não foi por falta de amor. Comecei a perceber que a adição é uma doença para a vida. Ele estava a fazer o caminho dele e esse caminho não estava a ser compatível com o facto de ter um bebé pequeno“.

Tive de tomar uma decisão dura, o mais importante e que o meu filho crescesse num ambiente certo. Eu queria tanto este filho, amava tanto o pai do meu filho, queria tanto que ele crescesse com os pais juntos. E isso não acontecer foi… Tive de me afastar e ele teve de encontra o caminho dele e eu o meu. Tive de perceber que o que o Diogo tinha não era uma fase, era uma doença, cheguei a ir a reuniões…”, acrescentou.

“O Diogo teve de se ausentar porque faz parte da recuperação dele… mas eu fiquei sozinha com um bebé. Mas foi importante para o meu filho ter um pai, presente, que é o que acontece“, explicou.

Jessica teve uma relação difícil com o pai.

Sempre conheci o meu pai, o meu pai sempre me assumiu e sempre esteve presente à sua maneira, mas eu tenho 35 anos e até hoje ainda não sei onde é que ele vive. Sei que vive ao pé de mim, mas não sei a morada dele”, disse.

Sofri muito com isto, foi mesmo muito difícil para mim, aceitar que o pai tinha uma família e eu não fazia parte dela”, acrescentou.

Vivi muito focada nisso, durante muito tempo, em vez de aproveitar a minha família do lado da minha mãe […] tive que fazer muita terapia para perdoar o meu pai e ter uma boa relação com ele“, revelou.

Pensei que tinha resolvido este assunto, mas quando estava grávida percebi que não e questionava porque é que o meu filho não podia ir a casa do avô quando os outros netos vão. E estive meses a bater nisso. O meu filho nasceu, o meu pai todos os dias telefona, todos os fins-de-semana manda os panados que o meu filho gosta, está sempre a mandar presentes, é afetivo de uma maneira como nunca foi comigo. O meu filho nunca entrou na casa do meu pai, provavelmente nunca irá a casa do avô. Mas é a vida. Não vale a pena martelar e tentar fazer do meu pai uma pessoa que ele não é”, disse, magoada.

Quanto à senhora que é casada com o meu pai, de que tem outros filhos, vive na consciência dela ter culpado uma criança pelos erros dele. Eu nasci de uma relação extra conjugal do meu pai. Hoje posso dizer com toda a certeza que a minha mãe é uma grande mulher. Só me apercebi disto depois de ter sido mãe”, assegura.

Já não culpo ninguém. As motivações do meu pai não são muito válidas, mas para ele são. Eu é que tenho de viver com isso. Tive com os meus pais juntos pela primeira vez na maternidade. Os meus pais hoje em dia dão-se bem. Sei que fui fruto de amor, se fui desejada ou não… A minha mãe tomou a decisão de me levar até ao fim, o meu pai acho que fez o certo, que foi permitir que a minha fizesse o que ela sentisse que era confortável fazer”, rematou.

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