Joana Duarte revela que a filha esteve em risco de vida: “eu ouvia os gritos dela e esse gritos ecoavam na minha cabeça à noite”

Joana Duarte revela que a filha esteve em risco de vida: “eu ouvia os gritos dela e esse gritos ecoavam na minha cabeça à noite”, referiu.

Joana Duarte revela que a filha esteve em risco de vida: "eu ouvia os gritos dela e esse gritos ecoavam na minha cabeça à noite"

Joana Duarte esteve à conversa com Maria Botelho Moniz, no programa Goucha e falou sobre o problema de saúde que a sua bebé teve.

A atriz foi mãe há cerca de meio ano e contou que, com um mês, Mia começou a ter febre: “Eu não sabia que era tão rara a febre nos bebés”.

Liguei e disseram-me que tinha de ficar em casa e pôr o supositório, porque era o mesmo que iam fazer no hospital e eu fiquei os três dias à espera e, a segunda-feira, o meu pediatra disse: ‘Não, vai já às urgências’”, referiu.

A Mia estava com uma septicemia gravíssima, um nível de infeção no sangue gravíssimo, em risco de vida e ficou logo internada nos cuidados intensivos. A bactéria, que, supostamente, veio de uma infeção urinária, foi subindo, foi fazendo estragos e chegou ao cérebro e fez meningite”, contou Joana Duarte.

Disse que a filha ficou “o mês inteiro internada nos cuidados intensivos, como cateter para o coração, com pulsões lombares”.

Foi uma altura em que Joana rezou “muito a tudo” e que “ia chorar para a casa de banho”: “Cada vez que vinham os médicos parece que a notícia era pior. E que preparação é que uma pessoa tem?”.

Uns dias era Joana Duarte que ficava com a bebé no hospital, outros dias, trocava com o namorado e, nas primeiras noites que passou em casa, “ouvia-a a gritar”.

Sobre as pulsões lombares, disse: “Aquilo é tão evasivo que eu ouvia os gritos dela e esse gritos ecoavam na minha cabeça à noite”.

Mia ficou bem e os médicos que a trataram foram “incríveis, incansáveis”: “Tenho pena que, se calhar, muitas crianças não consigam ter as condições que a minha filha teve para se safar e para estar bem hoje em dia, mas foi muito traumático”.

Sempre tive tanto medo da morte que, quando me disseram mesmo ‘ela corre perigo de vida’, eu acho que, sem me aperceber, criei um distanciamento. Não sei, é muito estranho, é um distanciamento inconsciente… deve ser para te protegeres”, referiu Joana Duarte.

Só depois quando ela estava em casa e já estava bem, acho que aí é que me deve ter começado a cair a ficha porque eu não queria estar com má energia ao pé dela, porque ela é uma bebé tão fofinha, está sempre na boa”, contou Joana Duarte.

No meio disto tudo, Joana precisou de terapua: “Senti que estava a gerar uma desconexão com a bebé. Comecei a sentir-me mais depressiva”.

Agora estou melhor, estou bem. Estou super grata que ela conseguiu passar por tudo isto e bem a nível neurológico, que ficou bem”, acrescentou Joana Duarte.

Joana revelou ainda que uma semana após ser mãe, teve “uma hemorragia interna”, para a qual ainda não encontraram razão.

Joana Duarte começou a sentir que estava a perder muito sangue: “O sangue não parava e saíam bocados de carne do tamanho das mãos”.

Disse ao namorado que precisava de chamar a ambulância: “Quando cheguei ao hospital, lembro-me que só revirava os olhos, já não falava”.

Joana Duarte foi operada de urgência e, cerca de dois dias depois, assinou o termo de responsabilidade para ir para casa: “Ela ficou sem mim um dia e meio, quase dois. Não podia deixá-la, tinha uma semana… Custou-me mais deixá-la lá em casa sem saber eu se voltava, porque vi-me num estado que nunca tinha visto”.

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