Manuela Moura Guedes abre o coração: “Desde 2009 que não sou jornalista”, assinalou em entrevista recente.
A jornalista Manuela Moura Guedes falou pela primeira vez sobre o afastamento forçado do jornalismo, que considera uma ferida ainda aberta na sua vida profissional.
Um afastamento que marcou a carreira
Em declarações recentes, a comunicadora recordou:
“A empresa onde eu estava proibiu o jornal, censurou, extinguiu. Eu deixei de fazer aquilo de que tanto gostava. Desde 2009 que não sou jornalista.”
Manuela Moura Guedes destacou o impacto deste episódio na sua vida:
“Com este caso tenho uma mágoa grande que nunca irei deixar de ter. Sofri muito e, se continuar a falar sobre isto, sou capaz de começar a correr uma lágrima. É uma coisa que eu não consigo ultrapassar.”
Uma carreira interrompida por razões alheias
A jornalista lamentou que a sua trajetória tenha sido cortada por fatores alheios ao jornalismo, enfatizando que não foi por falta de talento ou dedicação.
“Imagine cortarem-lhe a carreira, uma carreira pela qual tem paixão, e cortam-na simplesmente por razões políticas”, afirmou.
O relato revela não só a frustração de Manuela Moura Guedes, mas também o impacto profundo de decisões corporativas e políticas na carreira de profissionais da comunicação.
