Maria Vieira sobre caso de racismo com filhos de Giovanna Ewbank: “Não existe racismo estrutural nem em Portugal, nem no Brasil”, escreveu nas redes sociais.

Os filhos de Giovanna Ewbank foram alvos de insultos racistas e Maria Vieira reagiu ao caso.
“Conheci o Bruno Gagliasso e a Giovanna Ewbank em 2011, no Rio de Janeiro, quando estava a gravar a novela “Aquele Beijo” na TV Globo (…)”, escreveu.
“Gostei imenso deles, sobretudo do Bruno que é muito simpático, e voltei a cruzar-me com o casal mais tarde, por ocasião do «Chá de Bebé» de um dos filhos do Ricardo [Pereira] e da Francisca [Pereira]. E não é o facto do Bruno ser um esquerdista-petista-caviar dos sete costados e um dos maiores apoiantes do ladrão e ex-presidiário Lula da Silva (…) que me vai fazer antipatizar com ele, porque eu, ao contrário dos esquerdistas, não catalogo as pessoas pelas suas posições políticas”, acrescentou.
“Já não é a primeira vez que o casal brasileiro lida com um caso semelhante àquele que ocorreu na Costa da Caparica pois isso já aconteceu antes no Brasil (…) Houveram insinuações de que o Brasil seria um país estruturalmente racista, tal como agora está a acontecer com Portugal, onde até o ex-condenado Lula da Silva resolveu vir meter o bedelho em defesa do seu camarada-artista do PT, afirmando que os «ataques racistas» ocorreram em Portugal mas esquecendo-se de acrescentar que esses «ataques racistas» foram proferidos por uma brasileira e não por uma portuguesa!”, continuou.
“Não existe racismo estrutural nem em Portugal, nem no Brasil. Existem sim casos pontuais de racismo de brancos contra pretos e de pretos contra brancos em ambos os países, mas quer Portugal, quer o Brasil (que tem uma das populações mais miscenizadas do mundo) são nações onde a sã convivência entre as mais variadas raças acontece naturalmente e por isso devemos refutar estas sugestões mentirosas que provêm de gente esquerdista e pró-globalista que tenta «lacrar» à custa de algo que não é de todo real!”, defendeu Maria Vieira.
“De resto, a mulher brasileira que terá proferido os insultos deverá ser julgada e responsabilizada pelo que terá dito e depois é vida que segue, sem julgamentos antecipados por parte de ex-presos que agora estão soltos para concorrer a eleições em que jamais deveriam participar se a justiça fosse realmente justa…”, rematou.
